Notícias
15 de dezembro de 2008

Por trás do voto ambientalmente correto

Depois de muita especulação em torno dos votos que vereadores de Apiacás (MT) dariam sobre a criação da Casa de Meio Ambiente e Cultura – projeto da WWF que prevê a construção de um espaço de apoio a pesquisas e educação ambiental sobre o Parque Nacional do Juruena –,  um resultado animador. Por seis votos a um, os membros da Câmara decidiram pela realização da obra. Com o aval positivo em mãos, a ONG pretende dar início à construção em fevereiro de 2009. Segundo Cláudio Maretti, superintendente de conservação da WWF, a mudança de postura dos vereadores, que publicamente já haviam se mostrado contrários à obra, deve-se ao trabalho de conscientização realizado pelo grupo junto aos políticos do município. Agora é ficar de olho para ver se o motivo do voto favorável é mesmo a defesa do meio ambiente.  Leia mais:Projeto ambiental em mãos extrativistas Recado indireto

Por Redação ((o))eco
15 de dezembro de 2008
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15 de dezembro de 2008

Uma mobilização bem legal

Um grupo de procuradores da República, promotores de justiça, advogados públicos e pesquisadores da área jurídica se reuniram na última semana para criar o Instituto de Direitos Humanos e Meio Ambiente da Amazônia (Idhaam). A idéia é que ele funcione como um fórum de debates sobre leis ambientais e ao mesmo tempo como centro de apoio legal à sua aplicação na região. 

Por Redação ((o))eco
15 de dezembro de 2008
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15 de dezembro de 2008

Crime ambiental mais vigiado

Segundo a advogada Luciana Costa da Fonseca, presidente do Idhaam, a entidade conta com parceria de universidades e centros de pesquisa voltados para o direito ambiental. “Vários de nossos membros participam de outros institutos, onde são discutidas questões macro. Nossa idéia é promover discussões específicas e voltadas somente para a Amazônia, como problemas ligados à questão fundiária”, disse Luciana, em entrevista a O Eco. Segundo ela, o Idhaam ainda poderá propor ações na justiça em situações de desrespeito às leis ambientais. No próximo mês a entidade deve tornar pública sua agenda de atividades.

Por Redação ((o))eco
15 de dezembro de 2008
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15 de dezembro de 2008

Energia solar sem crise

A crise financeira mundial chegou a quase todos os setores da economia, mas há algumas (poucas) exceções. É o caso, por exemplo, da indústria de energia solar, que não pára de crescer, independente da falta de moedas no mercado. Segundo estudos realizados em Washington DC, Estados Unidos, a instalação de sistemas para captar a energia proveniente dos raios solares cresceu cerca de 45% em 2007, comparado ao ano anterior. Se hoje a área emprega 35 mil pessoas diretamente, a previsão é que o número triplique até 2016. Pelo menos é o que disse Monique Hanis, porta-voz da organização responsável pela pesquisa, ao The New York Times. 

Por Redação ((o))eco
15 de dezembro de 2008
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15 de dezembro de 2008

Piracema protegida

Fiscais do Ibama de Marabá (PA) apreenderam, na última semana, cerca de 10 mil metros de rede de pesca ilegal no Lago de Tucuruí. A força-tarefa promete montar quatro bases no local para coibir qualquer captura durante a época de reprodução dos peixes, também conhecida como Piracema. Não há data para o encerramento da operação

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15 de dezembro de 2008
Salada Verde
12 de dezembro de 2008

Pequena, mas eficiente

Samuel Infante, membro da Quercus, organização portuguesa sem fins lucrativos que detém 12 das 20 reservas particulares do patrimônio natural daquele país, discursou ontem no 8º Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas, realizado no Rio de Janeiro. Segundo ele, não importa o tamanho da área conservada, mas sim os serviços que presta para a natureza. “Criamos o conceito de micro-reservas biológicas para salvar espécies da flora muito ameaçadas e com distribuição reduzida”, explica.

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12 de dezembro de 2008
Salada Verde
12 de dezembro de 2008

Cegonha-preta ganha sobrevida

Em Portugual, diz Samuel, há reservas de até 0,5 hectare. Para incentivar a criação de unidades como esta, a Quercus montou um fundo com o intuito de arrecadar os recursos a serem investidos. “Como o governo do país não dá nenhum incentivo para os proprietários privados conservarem suas matas, fizemos um levantamento das zonas prioritárias para a preservação”, afirma. É o caso, por exemplo, da micro-reserva montada nas margens do rio Tejo. Apesar de pequena, ela conseguiu salvar a cegonha-preta, espécie ameaçada de extinção e que usa o lugar para colocar seus ninhos.

Por Salada Verde
12 de dezembro de 2008
Salada Verde
12 de dezembro de 2008

Animação brasileira

Pelo menos em relação às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), o Brasil está alguns passos à frente de sua ex-metrópole. Hoje, este tipo de unidade de conservação protege cerca de 625 mil hectares de florestas nativas espalhadas pelo país. “Temos 836 RPPN's, e o Paraná é o estado com o maior número: 209. Mas, se tudo der certo, queremos terminar o ano de 2008 com mais de mil reservas reconhecidas pelo governo federal ou estadual”, disse um animado Rodrigo Castro, membro da Confederação Nacional de RPPN.

Por Salada Verde
12 de dezembro de 2008
Salada Verde
12 de dezembro de 2008

Carta do Rio encerra congresso

O congresso terminou com a divulgação da “Carta do Rio”, escrita por representantes de 18 países das Américas e da Europa e que segue a tradição dos encontros anteriores. Segundo o texto, é preciso reconhecer “a relevância dos esforços privados para a conservação do patrimônio natural, o uso sustentável e a repartição equitativa dos recursos naturais”. Faz sentido. Quando a Aliança de Redes Latinoamericanas de Conservação privada foi criada, dois milhões de hectares eram protegidos pelas então 1.600 áreas cuidadas por pessoas físicas ou jurídicas nas 17 nações-membro. Hoje, três anos depois, o número quase duplicou.

Por Salada Verde
12 de dezembro de 2008
Salada Verde
12 de dezembro de 2008

Quanto mais incentivo, melhor

Mas a carta também fez dura crítica aos governos. Para os conferencistas, os esforços voluntários de proteção da natureza são frutos de uma responsabilidade ímpar dos proprietários de terras. No entanto, diz um trecho do texto, “isso não significa que não se deva reconhecer e apoiar os esforços privados, sobretudo por meio da compensação pelos serviços e bens ambientais oferecidos pelas reservas particulares”.

Por Salada Verde
12 de dezembro de 2008

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