Notícias
23 de novembro de 2006

Crime em Itatiaia

Dois porcos do mato foram mortos a tiros dentro do Parque Nacional do Itatiaia, em local próximo ao ponto de captação de água (clique na foto ao lado para abrir o slide show). Depois de receber uma denúncia, na semana passada, uma equipe do Ibama saiu em busca dos animais. Os pesquisadores caminharam por três horas na floresta a uma altitude de 1.200 metros e encontraram os porcos do mato, também chamados de catetos ou caititus. Um deles estava com uma perfuração de tiro na cabeça dado por uma arma de caça. Era fêmea, pesava quatro quilos e tinha aproximadamente 70 centímetros. Do outro só restavam a cabeça e as víceras.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Análises
23 de novembro de 2006

O governo do manejo

De Carlos Ovídio Duarte RochaSecretário de Floresta do Estado do AcreSenhor Gustavo Faleiros,Primeiramente quero parabenizá-lo pela reportagem "O Governo do Manejo" publicada no dia 18 de novembro e também contribuir com o site O ECO e seus leitores, com algumas informações. Durante muito tempo os pequenos produtores florestais no Acre se sentiam desmotivados em fazer manejo florestal pela falta de garantia de compra de madeiras, razão pela qual o Governo do Acre investiu em uma indústria de alto valor agregado com participação comunitária e que pudesse melhor remunerar a matéria prima. Portanto para que houvesse a garantia do suprimento de matéria-prima o governo do Acre primeiramente fomentou as atividades de manejo florestal Comunitário e Empresarial, e fortaleceu os diversos segmentos do Estado (infraestrutura - estradas e Centros de Florestania, fortalecimento social - geração de emprego e renda e técnico - capacitação e cursos técnicos) criando assim base sólida para posteriores investimentos público-privados. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Análises
23 de novembro de 2006

Quando o ambientalismo enfia o pé na Jaca

De Gustavo MotaSr Editor,Li o artigo "Quando o ambientalismo enfia o pé na Jaca" e serviu para aumentar o meu interesse sobre este assunto. Tenho contato com uma empresa que dá de fundos para uma grande área da Floresta da Tijuca e está quase toda tomada por jaqueiras. Gostaria, se possível, o contato dos engenheiros florestais Luiz Fernando Lopes e Henrique Guerreiro para maiores esclarecimentos e se cabe alguma ação na área.Grato

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Notícias
23 de novembro de 2006

No prato

O Ibama do Pará apreendeu 32 muçuãs (tipo de tartaruga protegida por lei) vivos, 367 animais abatidos, 130 cascos e 40 quilos de carne congelada num restaurante em Belém. Carlos Martins Bastos, dono do imóvel, não tinha qualquer licença que autorizasse a comercialização dos muçuãs e foi multado em 199.500 reais. De acordo com o instituto, ele vai responder por crime ambiental junto ao Ministério Público Federal. Os quelônios vivos serão levados a criadouros conservacionistas e os abatidos doados a um projeto que atende crianças carentes.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Notícias
23 de novembro de 2006

Serra da Canastra

No dia 27 de novembro, Luís Fábio Silveira (texto) e Robson Silva e Silva (fotos) lançam o livro Serra da Canastra: tesouros naturais do Brasil. Será na livraria FNAC Pinheiros, em São Paulo, a partir das 19 horas. Os leitores de O Eco puderam acompanhar, no início do ano, uma das expedições fotográficas dos dois autores ao Parque Nacional.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Notícias
23 de novembro de 2006

Prisões

Desde as cinco horas da manhã, 20 agentes de fiscalização do Ibama de Cuiabá fazem vistorias nos pátios de madeireiras suspeitas de comercializar madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Kayabi, embargando-as. Enquanto isso, 120 policiais federais cumprem 34 mandados de busca e apreensão, além de mandados de prisão expedidos pela 1a Vara Federal no Mato Grosso. Segundo a PF, entre os envolvidos estão servidores públicos do estado que trabalhavam com meio ambiente, políticos de cidades próximas à terra indígena, madeireiros, grileiros e fazendeiros de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe, com áreas ilegais dentro da terra indígena. Até o fim da manhã de hoje, 27 pessoas haviam sido capturadas.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
Notícias
23 de novembro de 2006

Kayabi II

A Polícia Federal e o Ibama de Mato Grosso deflagraram na manhã desta quinta-feira uma operação de fiscalização para prender os responsáveis por invasões, desmatamento e comercialização de madeira ilegais na Terra Indígena Kayabi, de um milhão de hectares, entre o norte de Mato Grosso e o sul do Pará. Os criminosos haviam sido identificados e multados em 34 milhões de reais em março deste ano, quando o Ibama constatou as invasões e 30 mil hectares de floresta desmatada após a criação da terra indígena, em 2002. Segundo o Ibama, estima-se que pelo menos 1,5 milhões de metros cúbicos de madeira tenham sido retirados da Terra Indígena Kayabi – o suficiente para carregar 37.500 caminhões.

Por Redação ((o))eco
23 de novembro de 2006
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22 de novembro de 2006

O mosaico saiu

A lei que cria o mosaico de áreas protegidas da Juréia foi publicada hoje no Diário Oficial do estado de São Paulo. A Estação Ecológica Juréia-Itatins (EEJI), uma das unidades que compõem o mosaico, cederá terreno para dois parques estaduais e três reservas de desenvolvimento sustentável. Mas ganhou outras terras, que estavam fora de seus limites. Com a medida, a área total protegida aumentará dos 80 mil hectares da EEJI para 117.602 hectares. O Projeto de Lei foi apresentado pelos deputados petistas José Zico Prado e Hamilton Pereira.

Por Redação ((o))eco
22 de novembro de 2006
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22 de novembro de 2006

Mudanças no retrovisor?

Enquanto o Brasil opta por cobrar dívidas históricas dos países ricos em relação ao clima, não consegue enfrentar seus problemas internos. Por isso, não é levado a sério.

Por Paulo Bessa
22 de novembro de 2006
Notícias
22 de novembro de 2006

Tempo fechado

O clima de conflito está se armando nas margens da rodovia Transamazônica, no Pará. No município de Prainha, onde pequenas comunidades reivindicam a criação de uma reserva extrativista, cerca de oito balsas vazias subiram ontem o rio Uruará para buscar toras de madeira a montante. Os ribeirinhos alegam que a madeira é ilegal e que só deixarão as balsas carregadas passarem se o Ibama estiver lá para fiscalizar. A Polícia Militar da região, que mais de uma vez já foi vista escoltando as barcaças de madeira, começou a anunciar nas rádios que a comunidade é perigosa.

Por Redação ((o))eco
22 de novembro de 2006
Notícias
22 de novembro de 2006

Vai furar

A chance do Ibama aparecer em Prainha para fiscalizar os carregamentos de madeira é mínima, visto que a falta de dinheiro no órgão é generalizada. No próprio porto da cidade, quadro balsas com madeira ilegal estão paradas há vinte dias porque o Ibama não tem condições de levá-las a um lugar seguro. Foi numa tentativa de liberar uma destas balsas que a comunidade ateou fogo na madeira que estava nela.

Por Redação ((o))eco
22 de novembro de 2006

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