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27 de outubro de 2006

Motivos

De acordo com a Coordenação de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Incra, o atraso é fruto de dificuldades no entendimento com os órgãos estaduais, que têm exigências diferentes para o licenciamento. Segundo o instituto, as divergências já foram superadas e o processo deve andar mais rápido daqui para frente. Espera-se que o número de pedidos quadruplique até dezembro. Mas ainda é difícil prever quando a tarefa será cumprida definitivamente : vai depender de como o processo caminhará em cada estado.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Danos ambientais

O Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais propôs ação civil pública inédita por danos ambientais causados durante propaganda política. A ação, contra 17 partidos políticos e mais de 60 candidatos a cargos eletivos, baseia-se no fato de os políticos terem gerado, com remessa exagerada de panfletos, incontáveis danos ao meio ambiente, como poluição visual, estética e ambiental nas ruas de São João del-Rei.

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27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Propaganda cara

O Ministério Público Eleitoral pede a condenação dos envolvidos para que haja o ressarcimento ao município da quantia gasta com a limpeza da cidade, estimada em R$ 37 mil. Além disso, solicita a compensação ao meio ambiente pelo dano moral coletivo, no valor de 50 mil para cada um dos requeridos na ação.

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27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Acelerando

O Banco Mundial divulgou hoje em Pequim seu relatório atualizado sobre mercados de carbono no mundo. Volumes negociados estão crescendo rapidamente, e os preços estão se tornando atraentes para os países onde os projetos são implementados. A única nuvem neste céu azul é a ausência de perspectivas de longo prazo para os mecanismos do protocolo de Quioto, cuja validade vai só até 2012.

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27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Dominância Chinesa

A China domina os mercados globais de certificados de emissões, com 60% do mercado do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), segundo o relatório. A maior parte dos projetos chineses hoje envolve a destruição de gases como o HFC-23, um poderoso gás do efeito estufa e subproduto de processos industriais. O relatório diz que fatores como grau de industrialização, clima de investimentos e tamanho da economia determinam quem se dá bem nesse mercado.

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27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Melhor que a encomenda

Um relatório da Agência Ambiental Européia divulgado nesta sexta-feira traz dados mais alentadores sobre o combate ao aquecimento global. De acordo com o documento, uma análise sobre a tendência de emissões dos 15 países mais ricos da União Européia, indica que poderá haver um redução de 8% nos níveis dos gases estufa já em 2010 comparados com 1990. A média de redução exigida pelo Protocolo de Quioto ao países europeus é de exatamente 8%, a ser atingida em 2012.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Falta fazer

O problema no otimismo do relatório é que a contribuição maior da redução de 8% (4,0 pontos) virá de políticas domésticas que já estão desenhadas mas ainda não implementadas. As outras causas de redução são mudanças na matriz energética durante os anos 90 (0,6 pontos), o plantio de florestas (0,8 pontos) e as próprias medidas exigidas por Quioto (2,6 pontos). Neste último caso, os gastos para utilizar mecanismos do tratado internacional, como os famosos créditos de carbono, já foram calculados em 2,3 milhões de euros. Quer dizer, muito pouco.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Poucos e bons

Outra questão por trás da redução prevista para 2010 é que o resultado será conseguido com o bom desempenho de alguns poucos países. Reino Unido e Suécia planejam ultrapassar suas metas de Quioto. Holanda, Luxemburgo, Finlândia, França, Alemanha e Grécia devem atingir em cheio suas metas seja através de mecanismos do tratado internacional ou através de medidas adicionais. Já Itália, Bélgica, Portugal, Espanha, Dinamarca, Irlanda e Áustria indicam que não conseguirão reduzir suas emissões conforme prometeram.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Imobilismo e catástrofe

Muita gente ainda se assusta com o custo de medidas propostas para combater a mudança climática. Um relatório que será divulgado pelo governo britânico na semana que vem mostra que os custos de não fazer nada serão muito maiores, segundo o Guardian. Sir Nicholas Stern, autor da obra, adiantou que a mudança climática global pode levar a uma depressão econômica com poucos precedentes. Mudar a matriz energética do planeta fica bem mais barato. Difícil mesmo é formar o necessário consenso político global.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

A Amazônia perde

Para não ter que responder sobre privatização de um naco da floresta amazônica, governo saca rapidinho número para o desmatamento. Pode acertar o tiro no coração da Amazônia.

Por Sérgio Abranches
27 de outubro de 2006
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27 de outubro de 2006

Termômetros enlouquecidos

As mudanças climáticas não devem se contentar com a elevação do mercúrio nos termômetros alheios. Alguns lugares também podem sofrer com temperaturas mais baixas. É o caso de parte da costa setentrional européia, cujo clima frio é suavizado em mais ou menos 10ºC pela Corrente do Golfo. O aquecimento global pode fazer com que o fenômeno pare. Segundo reportagem do jornal britânico The Guardian, cientistas já descobriram evidências de um dramático enfraquecimento na corrente. Em novembro de 2004, dizem os pesquisadores, parte dela chegou a parar temporariamente.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2006
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