Notícias

Prisões

Desde as cinco horas da manhã, 20 agentes de fiscalização do Ibama de Cuiabá fazem vistorias nos pátios de madeireiras suspeitas de comercializar madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Kayabi, embargando-as. Enquanto isso, 120 policiais federais cumprem 34 mandados de busca e apreensão, além de mandados de prisão expedidos pela 1a Vara Federal no Mato Grosso. Segundo a PF, entre os envolvidos estão servidores públicos do estado que trabalhavam com meio ambiente, políticos de cidades próximas à terra indígena, madeireiros, grileiros e fazendeiros de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe, com áreas ilegais dentro da terra indígena. Até o fim da manhã de hoje, 27 pessoas haviam sido capturadas.

Redação ((o))eco ·
23 de novembro de 2006 · 20 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
19 de junho de 2026

Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo D

EUA, Paraguai, Austrália e Turquia disputam vaga na próxima fase. Na Copa das Áreas Protegidas, cada país entra em campo com suas estratégias de conservação

Notícias
19 de junho de 2026

Produtores rurais impedem audiência pública sobre criação de UC no Pantanal

Com discurso carregado de desinformação sobre “impactos” do Refúgio de Vida Silvestre Delta do Salobra, grupo liderado por sindicato rural ocupa auditório e nega diálogo com ICMBio

Externo
19 de junho de 2026

Entenda por que a extinção das línguas é uma questão ambiental

Mais de 2 mil línguas indígenas correm risco de desaparecer neste século – e, com elas, poderemos perder conhecimentos ecológicos tradicionais de suma importância

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.