Notícias
20 de janeiro de 2006

A guerra das árvores

Para quem não gosta e não entende, mata é tudo igual. Mas não é. As florestas são muito diferentes entre si, mesmo quando estão em território próximo. Um grupo de biólogos resolveu entender e explicar por que as florestas de São Paulo são diferentes. As plantas brigam sutilmente por espaço, concluíram. As folhas do guarantã, por exemplo, liberam substâncias que atrasam a germinação das sementes de algumas espécies e provocam o apodrecimento de outras. “A floresta se refaz ponto a ponto, como uma colcha de retalhos”, explica o bontânico florestal Geraldo Franco, para explicar por que essa disputa gera equilíbrio e não destruição. A reportagem também na Revista Pesquisa-Fapesp.

Por Lorenzo Aldé
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Atrasados

Hoje, 20 de janeiro, completa quatro anos a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Ilha Grande. No documento, a prefeitura de Angra dos Reis (RJ) e órgãos públicos estaduais e federais se comprometeram a investir mais de R$ 1,5 milhão em melhorias ambientais e sanitárias na ilha. Não cumpriram. Cansado de esperar, no mês passado o Ministério Público Estadual deu prazo de 60 dias para os signatários do TAC se explicarem. Promete que agora a coisa anda.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Data

O Instituto do Meio Ambiente e do Homem da Amazônia (Imazon), dono de um dos melhores bancos de dados com informações sobre a floresta amazônica, completou em 2005 15 anos de idade. Para comemorar, lança a versão impressa do Guia de Consultas Públicas para Unidades de Conservação produzido em parceria com o Imaflora. Quem quiser a versão em PDF pode baixá-la aqui.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Novidade

Em setembro de 2005, depois de uma seca seguida de queimadas que provocaram um dos piores desastres ambientais das últimas deecadas no Acre, Evandro Ferreira, pesquisador do Instituto nacional de Pesquisas Amazônicas e da federal do Acre lançou um blog na internet. É coisa fina, bem escrita, inteligente e cheia de informações relevantes para quem quer saber o que anda acontecendo com a natureza no estado. Infelizmente, as notícias não são nada boas.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Novos ecossistemas

A leitura recente do blog, por exemplo, informa que o estado tem tudo para repetir a tragédia do ano passado. O regime de chuvas continua baixo e a mata, ressecada pelas queimadas de 2005, está em ponto ótimo de combustão. Há também uma ótima discussão sobre ecossistemas emergentes, aqueles que aparecem depois da intervenção do homem na mata. Eles estão se propagando pelo Acre e sua marca, além do desflorestamento, é o aparecimento de bichos estranhos ao lugar, típicos de pastos ou regiões de campo, como o quero-quero e a siriema.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Colunas
20 de janeiro de 2006

Noronha vale a pena

Fernando de Noronha é uma das partes mais lindas de nosso litoral. Um dos melhores roteiros ecoturísticos do Brasil. Mas a ilha está enfrentando muitas ameaças.

Por Sérgio Abranches
20 de janeiro de 2006
Reportagens
20 de janeiro de 2006

Jóia de verão

Destino de milhares de turistas no inverno, o Planalto Catarinense oferece atrações naturais nos meses de calor capazes de fazer qualquer um esquecer da praia.

Por Manoel Francisco Brito
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Em nome da fé

Esporte e saúde também podem virar religião. É o caso da Corpo pelo Senhor, ou, em inglês, Body by God. A seita prega o lema de que o corpo é um...

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Reportagens
20 de janeiro de 2006

Floresta à beira-mar

Na Restinga da Marambaia, a natureza conseguiu manter florestas à beira-mar e preservar espécies de plantas cada vez mais raras no litoral do Rio de Janeiro.

Por Carolina Elia
20 de janeiro de 2006
Notícias
20 de janeiro de 2006

Corra por mais tempo

Esqueça a intensidade. Em corridas de longa distância, o que conta é o tempo e o ritmo. Esse tipo de treinamente traz muitos benefícios, pois...

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006
Análises
20 de janeiro de 2006

A reeleição da ministra

De Mauricio Mercadante Diretor de Áreas ProtegidasMinistério do Meio AmbienteMarcos Sá Corrêa é, indubitavelmente, um jornalista de primeira linha. Quando li o seu artigo intitulado "a reforma da natureza", publicado no jornal O Estado de São Paulo no dia 12 de janeiro, me perguntei, sinceramente: o que motiva um jornalista como o Marcos a escrever um artigo tão disparatado? Se o Marcos fosse um escritor menor, desprovido de conhecimento e argumentos, ansioso por chamar a atenção maldizendo tudo e todos, daria para entender, mas não é o caso. Marcos começa dizendo que a consulta pública sobre o Plano Nacional de Áreas Protegidas proposto pelo Ministério do Meio Ambiente começou muito, muito mal. E por quê? Por que ele não conseguiu acessar o prometido documento do Plano na internet, na página do MMA. Mas ele explica, gastando metade do artigo, a razão do problema: é que o Ministério é lento e vive sempre atrasado; quando resolve andar mais rápido dá no que deu. Mas felizmente, graças ao empurrão do nosso atento, ágil e competente amigo, o assunto foi resolvido no dia seguinte. O Marcos questiona a legitimidade da proposta do Plano, já que ela foi elaborada por apenas "400 funcionários públicos e lideranças sociais". Convém lembrar que esses 400 funcionários e lideranças incluem servidores públicos federais, estaduais (de quase todos os Estados) e municipais, e a grande maioria das principais organizações não governamentais ambientalistas brasileiras. A proposta está sendo oferecida à consulta pública e será submetida à aprovação do CONAMA. Mas o Marcos talvez queira sugerir um procedimento mais legítimo, que permita ouvir os 185 milhões de brasileiros excluídos do processo. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
20 de janeiro de 2006

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