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17 de outubro de 2005

A imunização não tem preço

A The Economist traz reportagem sobre o trabalho de dois pesquisadores que tentaram traduzir os benefícios econômicos da vacinação em massa. São imensos. O estudo está sendo usado para justificar programa de vacinação em 75 países pobres que vai durar 15 anos e custará pelo menos 13 bilhões de dólares.

Por Redação ((o))eco
17 de outubro de 2005
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17 de outubro de 2005

Mamãe-natureza

Na Slate, reportagem historia a adoção da fralda para bebês nas sociedades ocidentais – é coisa do século XIX – para esculhambar grupo americano que semana passada, em nome do meio ambiente, saiu-se com a idéia de liberar os infantes de seu uso. Pode ser bom para a natureza, mas será péssimo para as mulheres, conclui o texto.

Por Redação ((o))eco
17 de outubro de 2005
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17 de outubro de 2005

Horror

O The New York Times deu reportagem dizendo que o corte de madeira continua correndo solto na Amazônia e que em valores, ele gera números muito próximos aos do ano passado, quando o país exportou cerca de um bilhão de dólares, metade vem de produtos obtidos ilegalmente. O texto vai contra a corrente em todos os sentidos. Imaginava-se que 100% de nossas exportações fossem legais. E o período de cortes na região já deveria ter se encerrado. A seca atinge Amazonas e Acre. Mas no Pará, onde o repórter do jornal esteve, chove normalmente, coisa que impede a entrada dos madeireiros na floresta. Se estão cortando ainda, é porque a situação está realmente horrorosa.

Por Redação ((o))eco
17 de outubro de 2005
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17 de outubro de 2005

A primeira vez

O MIT Technology Review traz um texto informando que a tecnologia de células que captam energia solar feitas com plástico foi comprada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos. Vão ser usadas em tendas de campanha para carregar artefatos eletrônicos como computadores, rádios e celulares. É um passo importante, mas ainda falta para que células de plásticos tenham a mesma capacidade de captação de energia solar que são feitas com silício. Por enquanto elas não podem ser usadas em projetos de larga escala.

Por Redação ((o))eco
17 de outubro de 2005
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17 de outubro de 2005

Incompetência

Energia custa caro. Além do mais se for limpa e o pessoal responsável pela sua distribuição no mercado for ruim de planejamento. O The Wall Street Journal conta uma história dessas sobre gás natural. Relativamente abundante em solo americano e fácil de extrair, desde o ano passado ele começou a encantar os consumidores americanos para aquecer suas casas por conta do preço mais em conta se comparado ao diesel e a eletricidade. Mas a demanda cresceu mais que a oferta e os preços subiram, culpa da indústria, que não se preparou para a súbita popularidade de seu produto. Quem converteu suas casas para o uso do gás está arrependido e correndo atrás de outras fontes de calor mais em conta, como a lenha.

Por Redação ((o))eco
17 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Fogo zero

A seca na Amazônia e as queimadas no Acre reduziram a cinzas um dos programas mais caros à ministra Marina Silva: ensinar às populações rurais como limpar seus terrenos fazendo incêndios controlados. Ano que vem, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai no caminho contrário. Planeja endurecer o combate às queimadas. Ainda não se sabe o que fazer. Mas decidiu-se criar um grupo interministerial para que o governo, em 2006, entre o ano com uma política definida para reduzir, se possível nem deixar acontecer, queimadas na região. A questão virou ponto de honra e vai ganhar importância igual a que é dada à luta contra o desmatamento.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Descontrole

O que aconteceu no Acre ensinou que em floresta seca, ao contrário do que propõe a cartilha que o Ibama andou distribuindo no ano passado às populações rurais com o título “Fogo Bom é Fogo Controlado”, é impossível controlar incêndios. Até mesmo para bombeiros. Técnicos do governo do Acre dizem que as cartilhas animaram os produtores rurais a tacarem fogo nas suas roças este ano. Ele acabou incendiando as florestas.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Chefes

O grupo interministerial anti-queimadas será liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e o da Saúde, que como ninguém sabe os males que a fumaceira trouxe para a saúde pública no Acre.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Início de conversa

A possibilidade de a seca na Amazônia ter alguma variável ligada ao aquecimento global, junto com o furacão Katrina e o relatório da ONU avisando ao mundo para se preparar para mais catástrofes ambientais, animou a cúpula do Ministério do Meio Ambiente (MMA) a abrir conversa sobre o problema dentro do governo. Acham que o Brasil precisa se preparar para prevenir, e eventualmente se adaptar, a problemas de grande impacto que possam ser gerados por distúrbios no clima provocados pela intervenção humana.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Futuro

No governo Lula, de forte viés desenvolvimentista, é possível que essa conversa encontre ouvidos surdos. Mas no final do ano, os técnicos do MMA terão nas mãos um instrumento importante para pelo menos chamar a atenção dos manda-chuvas de Brasília. Trata-se de um estudo de dois anos encomendado em 2003 sobre os prováveis impactos do

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005
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14 de outubro de 2005

Mapa brasileiro

Junto com esta análise, o governo vai receber o primeiro mapeamento definitivo dos ecossistemas brasileiros. Por enquanto, só dois têm isso, a Mata Atlântica e a Amazônia. Assim mesmo, são incompletos. O da Amazônia, por exemplo, registra desmatamentos, mas não floresta regenerada. Tampouco informa quanto de floresta o país já perdeu.

Por Carolina Elia
14 de outubro de 2005
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