No governo Lula, de forte viés desenvolvimentista, é possível que essa conversa encontre ouvidos surdos. Mas no final do ano, os técnicos do MMA terão nas mãos um instrumento importante para pelo menos chamar a atenção dos manda-chuvas de Brasília. Trata-se de um estudo de dois anos encomendado em 2003 sobre os prováveis impactos do aquecimento global sobre os ecossistemas brasileiros. Ele vai detalhar como analisar se diante do efeito-estufa, as Unidades de Conservação que vem sendo criadas têm condições de proteger a nossa biodiversidade.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →

