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12 de outubro de 2005

Corda bamba

O governo acredita que até o fim de novembro saem os decretos de criação das Unidades de Conservação na região da BR-163, no Pará. Periga que o Parque Nacional do Jamanxim, condenado por dez entre dez ruralistas paraenses, não esteja entre elas. O sucesso de criação dessas UC’s depende, em boa parte, de uma ação do governo do Pará para iniciar até o fim do ano a demarcação de zonas de produção florestal no estado – áreas de floresta que seriam destinadas a planos de manejo para abastecer a indústria de madeira legal.

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Dados

O governo do Acre está constituindo uma comissão independente para auditar as consequências das queimadas recordes registradas no estado este ano.

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Acordo pelo ar

A Exxon Mobil, segunda maior petrolífera do mundo, entrou em acordo com o governo americano para reduzir em 53 mil toneladas por ano as emissões de poluentes de sete refinarias suas nos Estados Unidos. Em todas elas, técnicos flagraram vazamentos que elevavam o nível de emissões para muito além do que a lei federal permite. Para consertá-los e colocar suas refinarias em dia com a legislação, a ExxonMobil vai gastar 570 milhões de dólares. A notícia está no Environmental News Service.

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12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Derrota

O Greenpeace perdeu ação que movia em corte inglesa contra o código governamental que regula a pesca com rede no Canal da Mancha. A Ong, diz o The Independent, queria que o juiz obrigasse o governo a rever sua regulamentação alegando que ela é insuficiente para proteger golfinhos contra o arrastão dos pesqueiros. William Mackenzie, do Greenpeace, disse que lamentava a decisão: “o tribunal colocou os pescadores acima dos golfinhos”. É preciso muita coragem para fazer uma declaração dessas.

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Refugiados ambientais

Relatório produzido sob a chancela da ONU diz que as catástrofes ambientais vão criar uma massa de 50 milhões de refugiados ao longo dos próximos 5 anos. O estudo tem um problema. Não distingue muito claramente catástrofes provocadas por danos à natureza de catástrofes naturais, que aconteceriam independente da ação humana. Mas acerta ao dizer que a presença do homem em áreas propícias à desastres aumenta em muito a força de destruição da natureza. A notícia é da BBC.

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12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Festa contida

Trinta países, segundo a Folha de S. Paulo, impuseram restrições a importação de carne brasileira na esteira da descoberta de um foco de febre aftosa no Mato Grosso do Sul . Em O Estado de S. Paulo, reportagem diz que Lula ficou bravo com o fato de o Ministério da Fazenda ter segurado verba destinada à vigilância sanitária do Ministério da Agricultura e ordenou a sua liberação imediata. A desgraça de uns é a oportunidade de outros, como conta reportagem da Zero Hora. Os pecuaristas gaúchos estão celebrando na surdina a existência do foco no Mato Grosso do Sul. Acham que ela aumenta as chances do estado de exportar mais carne.

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Barragens da destruição

Estudo feito pelo Departamento de Ictiologia do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, aponta que o Paraíba do Sul perdeu quase 40% de seus peixes devido às barragens construídas ao longo do curso do rio. Pode muito bem ser verdade. Afinal, é sabido que represas em rios alteram suas características ambientais e têm impactos diretos sobre a saúde de sua fauna aquática. A notícia, que está na Folha de S. Paulo, não explica no entanto como os autores do trabalho conseguiram apartar a culpa das barragens do problema do resto da degradação ambiental que o Paraíba do Sul vem sofrendo há pelo menos dois séculos.

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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12 de outubro de 2005

Escravos de brinquedo II

De Luís Henrique Concordo com a indignação. Realmente, respeito aos animais é talvez a coisa mais rara em nosso mundo hoje. Porém, e infelizmente, não há como nos furtar de uma faceta de nossa natureza humana: a de analisar e catalogar tudo, ordenando arbitrariamente em escalas de valores sempre duvidosas.Fazemos isso, mesmo sem perceber, até quando escolhemos a pessoa com quem nos casaremos, que dirá com animais!Mesmo protetores e pessoas envolvidas na "causa animal" muitas vezes, com as melhores intenções, acabam por transgredir a natureza dos animais humanizando-os para tentar tornar sua convivência com humanos mais razoável em nossas grandes cidades.Talvez o mais correto seria deixá-los em paz na natureza, mas essa me parece uma utopia prá lá de Bagdá, visto que nós, humanos, não conseguimos nos misturar à Natureza sem desequilibrá-la. Somos incompetentes quanto a isso.Abraços,

Por Redação ((o))eco
12 de outubro de 2005
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11 de outubro de 2005

Guia do aventureiro

Seja qual for seu esporte de aventura, a National Geographic criou um guia básico com dicas para se virar bem em ambientes naturais. Desde...

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11 de outubro de 2005
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11 de outubro de 2005

Alta Oceania

Os vulcões da Nova Zelândia foram o cenário escolhido pela National Geographic Adventure para uma reportagem sobre trekking. Mais especificamente o...

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11 de outubro de 2005
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11 de outubro de 2005

O loteamento das florestas públicas do Brasil II

De Maximiliano RoncolettaGerente Operacional- IFTInstituto Floresta Tropical Caro Editor,É uma pena que pela 2 vez escrevo a ti para reclamar!Ao ler os artigos de Sulema Mendes de Budin, sinto que há uma tremenda desinformação de vocês aí do SUL!!!!Acho que é preciso rever, e ver quem fala da Amazônia aí na turma do ECO, vocês precisam conhecer a Amazônia. Já falou Chico Mendes. E não é pegar avião e ir para Belém, Manaus ou Cuiabá, é ir para as cidades que mais crescem no interior, e ver que há problemas, há muitos problemas, mas há gente de fé, de boa índole, que com estes artigos como desta pobre infeliz reporte, põe todos os cidadãos no mesmo saco, todos como púlias!Chega! Basta! Ponha alguém antes para checar estas notícias. E sua equipe de colunistas às vezes é bem amadora. Jornalista e advogados falando de temas técnicos com uma soberba, que dói. Fala coisas que me fazem rir, e pensar que mundo é este que vocês cariocas vivem? Um castelo de sites, de notas, de webs stress.Se oriente meu senhor, invista em conhecimento no campo, faça estes colunistas viajarem, conhecer o Brasil vai ajudar a melhorar o conteúdo das notícias.O Eco é novo, menos de 1 ano, ou vocês melhoram ou vão virar site para estudantes e radicais. Não servirá para quem vive na Amazônia.Tenho confiança ainda, torço por melhoras, sugiro que verifique o que os seus colunistas falam sobre a Amazônia.Obrigado pelo espaço

Por Redação ((o))eco
11 de outubro de 2005
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11 de outubro de 2005

Sabiá, a ave símbolo… do quê?

De Prof. Dr. Luís Fábio Silveira Curador associado das Coleções OrnitológicasMuseu de Zoologia da Universidade de São PauloPrezada Dra. Maria Tereza Jorge Pádua,É um prazer poder entrar em contato com V.Sa., a quem admiro muito e cujas lutas (adorei ler Saudades do Matão) me inspiraram no início da minha carreira.Parabéns pelo belo artigo sobre o sabiá e a ararajuba. "Entronizar" o sabiá como ave símbolo é mais uma atitude insensata (entre tantas outras) que, de vez em quando, o Dalgas capitaneia na imprensa.Temos lutado para que a ararajuba seja descoberta pelos brasileiros. Um notável endemismo das matas de terra firme que vem perdendo, junto com tantos outros táxons, o seu hábitat. Tomo a liberdade de sugerir a V.Sa. a leitura de um artigo meu, recentemente publicado (onde mais?) na Ararajuba, a revista da Sociedade Brasileira de Ornitologia. Não o envio nesta mensagem, mas o mesmo está disponível para download, se houver interesse, na minha página pessoal.Parabéns pelo artigo e espero que a ararajuba conquiste o seu devido lugar.Atenciosamente

Por Redação ((o))eco
11 de outubro de 2005

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