Reportagens
19 de julho de 2005

Vivendo e aprendendo

A primeira Escola Superior de Meio Ambiente do país vai ser inaugurada em 2007. É o elo que faltava para juntar empresas e cientistas pela sustentabilidade.

Por Carolina Mourão
19 de julho de 2005
Notícias
19 de julho de 2005

Boa leitura

Em comemoração aos seus 15 anos, a ong Conservação Internacional (CI) lançou ontem em Brasília, a revista Megadiversidade. O primeiro número traz 26 artigos científicos debatendo temas como reforma agrária, mecanismos e estados de conservação, questões indígenas e a história do ambientalismo no Brasil. Os trabalhos foram compilados para o XIX Congresso da Sociedade para a Biologia da Conservação (SCB, na sigla em inglês) e termina hoje na capital. A revista Megadiversidade será trimestral.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2005
Reportagens
19 de julho de 2005

Reforma na reserva

Na turística Acari (RN), reserva ambiental é vendida para um assentamento da reforma agrária. A ex-proprietária sumiu e o Ibama não sabe explicar o que houve.

Por Andreia Fanzeres
19 de julho de 2005
Notícias
19 de julho de 2005

Voar ou não voar

O Aeroporto de Bonito, no Mato Grosso do Sul, opera sem licença ambiental desde 1° de abril. A Promotoria Móvel Ambiental de Campo Grande recomendou a interdição da pista e abriu uma ação cautelar contra a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (AGESUL), responsável pelo aeroporto, e também contra as empresas. O promotor Luciano Loubet quer obrigá-las a não operar na região até que seja feito um estudo complementar dos impactos ambientais do tráfego aéreo na fauna e na cidade. Parece exagero. Bonito recebe apenas dois vôos semanais. O pedido de renovação da licença foi feito ontem pelo aeroporto.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2005
Análises
19 de julho de 2005

Nota de esclarecimento do Interpa

De Rosyan BrittoPresidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa)Prezado Editor,Em relação às matérias do jornalista Manoel Francisco Brito, publicadas nos dias 10 e 17 de julho no site O Eco, o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) esclarece que as informações repassadas ao jornalista merecem alguns reparos. Em nenhum momento, a presidência do Iterpa recebeu qualquer tipo de pressão do governador do Estado em relação ao caso Jari. Tampouco esteve reunida com o governador para tratar do projeto do grupo Orsa e muito menos fez ao jornalista qualquer referência “ao patrocínio” da prefeitura de Almeirim na disputa de terras da Orsa. Em relação à afirmação de que o “impasse” nas áreas das madeireiras certificadas estaria impedindo o estado de “fechar negócio” com o Banco Mundial, esclareço que não há qualquer nexo entre uma coisa e outra. Esses esclarecimentos se fazem necessários, na medida em que não fui consultada pelo site antes da reportagem ser veiculada no dia 10. No ano passado, o Iterpa realizou em Almeirim (como em outros municípios paraenses) campanha de regularização de pequenas posses. A ação foi desenvolvida por meio de convênios com as prefeituras locais. Em Almeirim, esse processo foi questionado pelo Grupo Orsa, que denunciou que funcionários do Iterpa estariam apoiando invasores naquela região e grilando terras.Em abril deste ano, a sede do Iterpa foi invadida por uma centena de pessoas que se diziam ocupantes dessas áreas. Diante dessa situação, o Iterpa decidiu enviar uma nova equipe técnica para Almeirim, com o objetivo de realizar um levantamento sócio-ocupacional na região, para verificar se os ocupantes eram (ou não) famílias tradicionais dessas áreas e assim retomar o processo de legitimação, onde não houvesse incidência de domínio com outros ocupantes. Esse levantamento vai verificar a real condição dessas posses em Almeirim. Para garantir a máxima isenção dos trabalhos, a presidência do Iterpa determinou o afastamento dos funcionários acusados pelo Grupo Orsa. O órgão abriu um processo de sindicância contra os dois funcionários, que culminou com a abertura de processo administrativo e disciplinar.A equipe técnica do órgão está há 60 dias em Almeirim e, em duas semanas, deverá apresentar relatório parcial sobre a situação ocupacional das terras daquela região.O Iterpa reafirma também, nesta oportunidade, o compromisso e a preocupação do Governo do Estado do Pará em coibir qualquer processo de invasão que se verifique nas áreas de exploração madeireira certificada, mantendo coerência com a postura que vem sendo adotada pela Secretaria Especial de Produção, que apóia o setor no processo de aperfeiçoamento do projeto de lei de gestão florestal em tramitação no Congresso Nacional.Atenciosamente,Resposta do autor: A sra. Rosyan Britto parece sofrer de amnésia seletiva, ao negar informações que concedeu em entrevista ao repórter Manoel Francisco Brito.

Por Redação ((o))eco
19 de julho de 2005
Notícias
18 de julho de 2005

Evolução forçada

Pesquisadores da Universidade de Pequim, na China, acreditam que a caça descontrolada de elefantes asiáticos pode estar causando uma modificação genética da espécie. A procura por animais com presas de marfim está fazendo com que os genes dos sem-presa (em média de 2% a 5% do total) se perpetuem com mais sucesso. A reportagem está no The Guardian.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2005
Notícias
18 de julho de 2005

Pólo quente

Svalbard, a comunidade mais ao norte do mundo, tem enfrentado dias de verão típicos dos trópicos. Domingo, 17 de julho, a temperatura chegou a 19,6 ºC, a maior da história segundo o The Guardian. Cientistas não têm dúvidas de que a onda de calor está ligada às mudanças climáticas ocasionadas pelo homem.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2005
Notícias
18 de julho de 2005

Velozes e furiosos

Ongs norte-americanas pressionam a Nascar, mais famosa corrida de automóveis do país, a mudar o tipo de combustível usado nas provas, informa o New York Times. Os ambientalistas alegam que a queima do superpoluente avigás, combustível de aviação, coloca em risco a saúde de pilotos, público e vizinhança das provas. E questionam por que a Nascar se recusa a mudar, se até a Formula Indy já está utilizando álcool em seus carros.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2005
Notícias
18 de julho de 2005

Emily perde a força

O Los Angeles Times avisa que o furacão Emily, que se aproxima da costa do México e vinha sendo considerado um dos mais fortes da História, perdeu intensidade ainda sobre o mar e caiu do nível 4 para o 2. Se continuar nesta velocidade, o furacão deve chegar ao nordeste do México e sudeste do Texas ainda esta semana.

Por Redação ((o))eco
18 de julho de 2005
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