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16 de agosto de 2005

Extermínio de gatos III

De Ana Maria Brandao Yates Senhor Editor:A "reportagem"" do sr.Pedro da Cunha e Menezes, Especialista em Unidades de Conservação Urbanas e Ex-Diretor Executivo do Parque Nacional da Tijuca tem, pelo menos, uma afirmacao incorreta. Esse senhor, deveria ter embasado o seu posiconamento contrario a gatos em informacoes fideldignas e em pesquisas comprovados com laudos laboratoriais e nao em meras noticias de jornais, que com sensacionalismo e ignorancia, conduzem a opiniao publica ao preconceito e a pratica da violencia, como foi nesse incidente que inadimissivel e levianamente afirma o colaborador do O Eco que: ""Há alguns anos atrás, doença transmitida pela gataria da Pista Claudio Coutinho devastou a população de micos do complexo Morro da Urca e Pão de Açúcar.""Precisamente em agosto de 1998, foram publicadas reportagens em jornais cariocas sobre a estranha morte de vários micos na Urca. Um médico veterinário da Fundação Rio Zoo, com quem conversei e que teve foto estampada segurando um mico morto,- provavelmente usando do mesmo ""bom-senso"" o qual o senhor se refere quando fala dos funcinarios da Floresta da Tijuca,(""Mas o bom senso e a observação de técnicos do Parque Nacional da Tijuca mostram que os gatos-caçadores causam mais impacto do que a caça, o desmatamento e o fogo feitos pela mão do homem."")declarava que havia indícios que a toxoplasmose transmitida pelos gatos, habitantes daquela área, seria a provável causa dos obitos.Foram realizados exames laboratoriais especializados, como cultura e histopatologia pela propria Fundação Rio Zoo, pela Fiocruz (Fundacao Oswaldo Cruz) e pelo IMMVJV - (Instituto Municipal de Medicina Veterinária "Jorge Vaitsman") para determinar a verdadeira causa que levou os micos à morte. Quem acompanhou o caso, como eu, porque busco a verdade dos fatos,ficou sabendo, através de comunicação com o Rio Zoo,que ja no dia 04/9/98, a cultura (macroscopia) feita já descartava totalmente a possibilidade de toxoplasmose*! Pesquisas microscopicas posteriores ainda foram realizadas e a conclusao chegada foi que herpes (humana) viral, ou intoxicação foram os causadores das mortes daqueles micos. As reportagens tiveram repercussão negativa para os felinos, que foram exterminados porque o preconceito e a irresponsabilidade, que se repete nessa do O Eco, os tornaram "vilões" daquela historia, como aliás de muitas outras, que jamais foram comprovadas cientificamente ou por pesquisas responsaveis. Contudo, a verdade jamais chegou a conhecimento publico através da mídia. A verdade, que apenas os que a buscam tomaram conhecimento, resgataria a reputação e a inocência do gato domesticado, a outra vítima do maior predador do meio-ambiente: o homem.

Por Redação ((o))eco
16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Extermínio de gatos II

De Lucia Helena Pereira Ao editor do jornal O Eco:Em plena era da ecologia, me deparo com uma matéria neste jornal, que estaria mais adequada ao periódico O Povo, cuja característica é apelativa, com corpos ensangüentados e cabeças decepadas.Vcs são o eco de quem? Falam por qual sociedade? O artigo sobre o extermínio dos gatos denota uma forma arcaica de jornalismo, ultrapassada, típica da Idade Média, quando os gatos eram associados à prática de feitiçarias.O nome de um jornal tem que ser estudado, para que não provoque equívocos. Não seria melhor mudar para A Eca? Os textos são fracos, falta vocabulário e os estagiários devem estar no primeiro período de Comunicação Social. Revejam o nome do jornal. Acho que lhes dei uma boa idéia.

Por Redação ((o))eco
16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Extermínio de gatos

De Cantinho dos Bichinhos Adote um gatinhoQuero um bichoÉ repugnante a matéria sobre os exterminio de gatos! O único culpado em toda essa estória é o HOMEM!!!O animal é o único que não pode se defender, falar por si só...Vamos exterminar o homem, esse sim é uma espécie desprezivel sobre esta Terra!!!

Por Redação ((o))eco
16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Ao pó voltarás

Ambientalista que se preze defende a natureza até depois da morte. Um cemitério na Califórnia oferece túmulos para quem não quer que seus restos mortais poluam o solo, informa o The New York Times. O morto é enterrado em caixão biodegradável e a lápide é feita de materiais que se harmonizam com o ambiente. Os criadores do negócio dizem que a idéia é “replantar” os mortos.

Por Redação ((o))eco
16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

De volta à calculadora

Estão erradas as medições sobre o aquecimento da Terra nas últimas três décadas. O anúncio foi feito por cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Eles argumentam que os balões que medem a temperatura do ar atmosférico apresentam distorções quando acionados durante o dia, por causa da luz solar. Segundo a BBC News, o aquecimento foi menor do que se pensava.

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16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Bico nas idéias

O que se ganha por defender em público a proteção do cerrado amazônico? Ofensas e pontapé. Foi o que recebeu Adilson Vieira, secretário-geral da Rede Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), na última quinta-feira, 11 de agosto. Sojeiros o cercaram depois de sua fala em um seminário sobre alternativas ao desmatamento, e desferiram uma saraivada de xingamentos. O chute veio de uma autoridade pública: Sérgio Calares, Secretário Municipal de Humaitá (AM).

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16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

E aquele plano?

Vinte e duas organizações ambientalistas enviaram uma carta à ministra da Casa Civil Dilma Roussef com críticas ao “Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal”. Iniciado há 17 meses, o Plano previa uma série de ações interministeriais, mas quase nada foi cumprido.

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16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Melhor ficar em casa

Reportagem do Los Angeles Times traz um alerta: não há locais seguros ao ar livre para se proteger de raios. Nem pense em se abrigar sob árvores,...

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16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Rodando bem

 A União Ciclística Internacional divulgou o ranking dos países onde se está pedalando melhor. E o Brasil está em quinto lugar, atrás de...

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16 de agosto de 2005
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16 de agosto de 2005

Resposta da Baesa II

De Carlos Alberto Bezerra de MirandaBAESA – Energética Barra Grande S.A.Diretor SuperintendenteInformações relevantes sobre o resgate da fauna na UHE de Barra Grande:Há cinco anos a BAESA, empresa responsável pelo aproveitamento hidrelétrico de Barra Grande, vem realizando estudos e pesquisas, e implantando todos os programas e projetos ambientais decorrentes da execução do PBA - Plano Básico Ambiental definido para o empreendimento. Todo planejamento foi submetido e aprovado pelo IBAMA antes do início das obras. Tal acervo de informações é frequentemente repassado ao IBAMA, e assim tornado público, ficando à disposição do público em geral e, em especial, da comunidade científica, interessada em entender com maior profundidade a inserção ambiental dessa usina;Atendendo a este programa, as atividades de salvamento de fauna são realizadas desde junho de 2002, pela Bourscheid, que executa as atividades de monitoramento de fauna e estudos de capacidade de suporte nas áreas de remanescentes florestais contíguos ao reservatório; de salvamento de fauna durante a fase de execução da supressão de vegetação e de salvamento de fauna durante a fase de enchimento do lago;Como produtos foram confeccionados mapas e manuais de procedimentos para supressão da vegetação direcionando a fauna para as áreas destino localizadas acima dos níveis de alagamento;Dentro deste trabalho, o gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus) foi visualizado pela primeira vez na região no ano de 2002, na área da Fazenda Gateados, junto ao rio Pelotas. Esta é uma das espécies de rapina contempladas no projeto de espécies de interesse especial (procura de ninhos, educação ambiental, estimativas de densidade, entre outras ações previstas para preservação das espécies);Este gavião necessita de áreas com grande extensão de floresta e nidifica em árvores de porte elevado. Existem registros desta espécie em todas as estações do ano, e em três áreas da região, sendo considerada uma espécie residente do local. Na área da barragem foram identificados quatro indivíduos e os relatórios técnicos citam locais de ocorrência e números de indivíduos registrados; Pelos estudos de inventário florestal de monitoramento da fauna nas áreas florestais remanescentes na região, foi possível determinar, e quantificar, a existência de áreas denominadas de destino, constituídas por maciços florestais de grande extensão contínua, a qual indica ter capacidade de suporte para manter a população de gaviões identificada nessa região. Durante e após o fechamento do reservatório prosseguirão os programas de monitoramento, acompanhados por ações de suporte e preservação dessa e de outras espécies ameaçadas e identificadas nessa região, de acordo com as orientações e requisitos emanados da Coordenação de Fauna do IBAMA.

Por Redação ((o))eco
16 de agosto de 2005

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