O passeio de barco conhecido como Macuco Safari é o mais famoso do Parque Nacional do Iguaçu. Você paga 99 reais e sobe o Rio Iguaçu até a Garganta do Diabo, quando Deus permite. É porque nem sempre a embarcação consegue se aproximar deste intimidante salto. Quando o volume de água é muito grande, a recomendação é se divertir à distância. Como prêmio de consolação, os pilotos mergulham as lanchas em cascatas menores, mas que dão a dimensão do que é estar sob uma avalanche ininterrupta de água.
Há ainda os mamíferos, que são os mais raros de serem observados. Em alguns casos, o máximo que se vê são pegadas. Quando se trata de uma onça-pintada ou um puma, isso é suficiente para deixar muito turista ressabiado. Mas existem também veados, lontras, pacas, macacos e os populares quatis que, além de roubarem a comida de visitantes distraídos, de vez em quando os surpreendem com uma mordida. Foram 200 casos em cinco anos.
Leia também
Palmeira “albina” intriga pesquisadores em reserva do Acre
Exemplar da palmeira ouricuri sem clorofila está sendo monitorada por servidores do ICMBio. Objetivo é identificar desenvolvimento e tempo de sobrevivência →
MPF pressiona por ordenamento em área esquecida do Parque Nacional da Tijuca
Sem ações de fiscalização há pelo menos uma década, Morro Cardoso Fontes sofre com práticas irregulares de grupos religiosos, desmatamentos e queimadas →
Mudanças na polícia ambiental do RJ podem tirar efetivo das ruas, alertam especialistas
Fontes ouvidas por ((o))eco dizem que novos batalhões geram demandas administrativas que podem prejudicar patrulhamento; PMERJ diz que fará “remanejamento interno” para dar conta →






