No último fim de semana, o PrevFogo comunicou focos de calor à chefia da unidade em Diamantina, norte de Minas Gerais. De acordo com a chefe do parque, Kelen Ferreira, uma equipe foi ao local e comprovou a existência do incêndio. O fogo extinguiu-se naturalmente e deixou um rastro de 220 hectares de Cerrado queimados. Segundo Kelen, o início do incêndio foi causada por queimadas de renovação de pasto. “Como a unidade não está regularizada, ainda mora muita gente dentro dela”, explica. No próximo dia 15 de julho, 21 brigadistas ficam de prontidão para combaterem incêndios no parque. A chefe da unidade diz que este ano estão mais preparados, pois possuem equipamentos e equipes completas, além de um novo sistema de rádio. No ano passado outubro, incêndios que duraram 15 dias, queimaram 1200 hectares de vegetação nativa. (G Faleiros)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A corrida maluca do financiamento climático
Para cada dólar investido na natureza, outros 30 financiam sua destruição. No total, US$ 7,3 trilhões em fluxos financeiros dos setores público e privado têm impacto negativo direto na natureza →
Casal de ambientalistas de SC recebe prêmio por trabalho pela conservação da Mata Atlântica
1ª edição do Prêmio Miguel Milano de Conservação da Natureza reconhece o legado de Germano Woehl Jr. e Elza Nishimura Woehl, fundadores do Instituto Rã-Bugio, em Santa Catarina →
Brasileira recebe prêmio da National Geographic por solução que reduz atropelamentos de fauna
A bióloga Fernanda Abra foi premiada após transformar pontes para fauna em referência de conservação nas rodovias da Amazônia →
