Será a sexta vez que David Buckland promove a expedição. Em primeiro lugar, sua intenção era levar celebridades do mundo inteiro para olharem de perto a realidade das calotas polares do Hemisfério Norte. Realidade diante dos olhos, eles poderiam exercer um bom papel de comunicadores sobre a urgência da preservação ambiental. Mas, no último ano, percebeu que também seria importante levar os jovens, futuros formadores de opinião, ao topo do mundo. “O Ártico é um barômetro do clima para o mundo inteiro. É muito bom, pela primeira vez, contar com brasileiros no projeto”, diz Raquel Solito, analista de projetos do Conselho Britânico e responsável pelo meio de campo entre o projeto de Buckland e a Escola Parque.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Parque Nacional da Tijuca bate recorde com quase 5 milhões de visitantes em 2025
Visitação no parque carioca chega a patamar histórico com 4,9 milhões no ano passado. Cristo Redentor concentra mais da metade dos turistas →
Brasil dedica apenas 1% do PIB em prevenção de eventos climáticos
Apesar do aumento de gastos climáticos nos últimos anos, verbas emergenciais superam prevenção em quase dez vezes; Brasil já perde 110 bilhões do PIB por ano em razão de desastres naturais →
Plataforma aponta que 30% do território brasileiro carece de registro fundiário
Ferramenta do Observatório das Políticas de Governança de Terras reúne dados inéditos sobre registros de terra e expõe falhas que ampliam conflitos fundiários no país →

