Depois de, por dois anos, propagandear o programa estadual que anistia infratores ambientais, o MT Legal, o governo de Mato Grosso assinou nesta semana o decreto que regulamenta a estratégia. A intenção é de que, sem multas, o estado consiga fazer a regularização fundiária e dos passivos ambientais em todas as propriedades. O decreto prevê prazo de três anos para a recomposição florestal em áreas desmatadas até dezembro de 2007 numa extensão de até 500 hectares. Em zonas maiores, até 3 mil hectares, o proprietário tem dois anos para iniciar a recuperação e acima disso deverá começar os trabalhos dentro de um ano. Quem tiver contas a acertar com o meio ambiente e não aderir ao programa dentro de um ano não poderá gozar dos benefícios. O governo promete gastar dois milhões de reais com o MT Legal.
Leia também
Estudo alerta para riscos sanitários da BR-319 e da mineração de potássio no Amazonas
Pesquisadores apontam que obras de infraestrutura e mineração podem mobilizar microrganismos com potencial patogênico, ampliando riscos ambientais e de saúde pública na Amazônia Central →
Fórum do Mar Patagônico cobra protagonismo regional na implementação do tratado do alto-mar
Coalizão de ONGs do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile destaca a entrada em vigor do acordo e defende liderança regional para proteger áreas-chave do alto-mar e a biodiversidade marinha →
Bom senso e planejamento não são opcionais no montanhismo
O caso recente do rapaz que se perdeu no Pico do Paraná ilustra uma era onde “chegar ao topo” atropela o respeito pelo caminho – e pela montanha →



