Reportagens

REDD ganha estudo abrangente

Quase 60 especialistas de 19 países analisam estratégias sobre remuneração por desmatamento evitado e lançam estudo na COP15.

Redação ((o))eco ·
9 de dezembro de 2009 · 16 anos atrás

O Centro Internacional para Pesquisas sobre Florestas (CIFOR) lançou novas análises indicando que as políticas nacionais para pagamento por desmatamento evitado nos países em desenvolvimento podem de fato mudar o destino das florestas. Quase 60 pesquisadores de 19 países estão por trás desse estudo, já considerado a mais atualizada contribuição sobre REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação). Esta é a segunda grande publicação do CIFOR sobre o tema, e desta vez ela pontua que mudanças amplas nas políticas internas dos países são essenciais para a implementação de um mecanismo global para remunerar países que reduzirem suas emissões decorrentes da devastação das áreas tropicais. Encontrar esse mecanismo, com as devidas garantias de investimento, é um dos pontos-chave das negociações em Copenhague.

Fala-se hoje na necessidade de um investimento de 15 a 25 bilhões de dólares por ano dos países ricos para implementar essa estratégia, o que demanda uma contrapartida dos países tropicais reformas nas áreas de monitoramento florestal e governança. Além de levar tempo, esse mecanismo precisa deixar claro a quem os recursos serão pagos, como monitorar os estoques de carbono nas florestas e como distribuir os benefícios.

Para fazer o download do estudo, clique aqui.

Leia também

Notícias
16 de janeiro de 2026

Estudo alerta para riscos sanitários da BR-319 e da mineração de potássio no Amazonas

Pesquisadores apontam que obras de infraestrutura e mineração podem mobilizar microrganismos com potencial patogênico, ampliando riscos ambientais e de saúde pública na Amazônia Central

Notícias
16 de janeiro de 2026

Fórum do Mar Patagônico cobra protagonismo regional na implementação do tratado do alto-mar

Coalizão de ONGs do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile destaca a entrada em vigor do acordo e defende liderança regional para proteger áreas-chave do alto-mar e a biodiversidade marinha

Análises
16 de janeiro de 2026

Bom senso e planejamento não são opcionais no montanhismo

O caso recente do rapaz que se perdeu no Pico do Paraná ilustra uma era onde “chegar ao topo” atropela o respeito pelo caminho – e pela montanha

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.