Nesta quarta-feira, o governo federal decretou estado de emergência em 14 estados e no Distrito Federal em função do grande número de focos de calor. Estão na lista os estados do Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, do Pará, Piauí, Tocantins, da Bahia e de Goiás e Minas Gerais. Com o decreto, os estados podem contratar brigadistas para combater o fogo sem necessidade de licitação. A portaria com a lista foi publicada na segunda-feira (6) no Diário Oficial da União.
Recebemos em ((o))eco fotos de leitores atentos ao drama das queimadas no Brasil. Os relatos também foram enviados ao mapa coletivo Chega de Queimadas, que permite pessoas de todo Brasil informarem sobre incidentes com fogo e fumaça. João Morita, em Carolina, Maranhão, registrou a área queimada dentro do Parque Nacional Chapada das Mesas na terceira semana do mês de agosto.
Na primeira foto, uma perdiz no meio da área queimada,
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Está na hora de transformar a merda em adubo, literalmente
Integrar saneamento e restauração não é apenas uma inovação técnica, é uma mudança de paradigma. Significa criar cadeias produtivas baseadas na circularidade →
Do Césio-137 à política do risco invisível no Brasil
O caso de Goiânia deveria ter estabelecido um princípio inequívoco: riscos invisíveis exigem máxima precaução, controle rigoroso e transparência absoluta →
A indústria petrolífera do Canadá tenta lucrar com a guerra no Irã
Políticos e analistas canadenses estão aproveitando a guerra de Trump com o Irã para expandir a infraestrutura de combustíveis fósseis →
