O Aterro de Itaoca, em São Gonçalo, recebe lixo hospitalar que deveria ser incinerado e pode deixar o chorume da decomposição dos resíduos vazar para rios que desaguam na Baía de Guanabara, contaminando suas águas. A denúncia foi feita pela Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que inspecionou o local na manhã de segunda-feira. A empresa S.A. Paulista, responsável pelo aterro, se defendeu ao dizer que tem notas fiscais que comprovam o carregamento do chorume para a estação de tratamento da companhia Águas de Niterói. Quanto aos resíduos hospitalares, a explicação foi a de que o incinerador está em obras para a melhoria do equipamento. A notícia é do carioca O Globo.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos
Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ →
O que está em jogo com a crise da moratória da soja
STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas →
Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035
MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade →


