A Avenida Beira Mar é uma das mais nobres vias públicas de Fortaleza, mas ironicamente está sofrendo com a prefeitura que deveria lhe proteger. Uma barulhenta retroescavadeira trabalha dia e noite destruindo o Morro do Granville, tradicional ponto turístico da orla cearense. Segundo José Sales, arquiteto local e autor da denúncia, não há “placas de registro da obra e dos profissionais do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), nem planos de licenciamento ambiental e de obras, muito menos registro das mesmas na Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace)”. O argumento é de que, em breve, será ali implantada a Praça do Jardim Japonês.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
SPVS lança videocast sobre parceria internacional que protege papagaios ameaçados na Mata Atlântica
Cooperação de mais de duas décadas combina ciência, território e comunidades para tirar espécies da lista de extinção e impulsionar economia local na Mata Atlântica →
Governador em exercício revoga decreto que retirava zona de amortecimento de UCs no Rio
Magistrado Ricardo Couto revogou último decreto do ex-governador do Rio, que anulava planos de manejo e zonas de amortecimentos em cinco APAs no estado →
Fiocruz promove conferência para incluir ecocídio e racismo ambiental na Agenda 2030
Evento reúne sociedade civil e especialistas para formular propostas que integrem justiça ambiental e igualdade racial às metas globais de desenvolvimento sustentável →

