Quatro anos após ser acusado pela morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, em 2005, Reginaldo Pereira Galvão foi denunciado por grilagem de terras. O Ministério Público Federal, autor da ação, processou o fazendeiro perante a Justiça federal de Altamira por nova tentativa de se apossar das terras públicas onde a freira morou. Pela mesma acusação, ele chegou a ficar preso preventivamente por 53 dias, mas foi liberado graças a um Habeas Corpus. Agora, sua pena pode variar de seis meses a 15 anos de reclusão.
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