
Além de guardar o gás na vegetação que mantêm, as áreas protegidas servem como redutoras de impactos climáticos e desastres, como enchentes, deslizamentos de terra e tempestades. Também prestam serviços a quem vive no meio rural ou nas cidades, fornecendo água para produção ou uso humano, regulando o clima, formando solos e mantendo sua fertilidade, abrigando diversidade biológica e controlando pragas e doenças.
Por tudo isso, e também para compor e reduzir custos das ações nacionais de combate às mudanças do clima, as entidades envolvidas no lançamento do livro Soluções Naturais: áreas protegidas ajudando as pessoas a lidar com as mudanças climáticas pedem a manutenção e a ampliação da rede de áreas protegidas globais, hoje cobrindo cerca de 14% do território mundial.
“Os líderes mundiais precisam reconhecer que criar e manter adequadamente as áreas protegidas é um investimento na segurança de suas comunidades. A rede global de áreas protegidas precisa de apoio financeiro para sua máxima eficiência e ampliação”, afirmou Alexander Belokurov, gerente de Conservação do WWF Internacional.
Confira a publicação aqui.
Leia também
Desmatamento e degradação têm queda expressiva na Amazônia
Governo federal comemora tendência de queda e mira na meta do desmatamento zero até 2030. Cerrado também apresentou redução no desmate →
Subsídio a empresas que destroem biodiversidade é 32 vezes maior que para aquelas que a protegem
Relatório do IPBES mostra fluxo global de financiamento público e privado com impacto negativo direto sobre natureza foram da ordem de US$ 7,3 trilhões em 2023 →
STF amplia pressão sobre União para conter desmatamento na Amazônia
Decisão amplia prazos e impõe auditorias, planos de ação e reforço institucional para enfrentar falhas estruturais no combate ao desmatamento na região →




