Um estudo divulgado no site “Climate Signals” analisou as mudanças em uma comunidade herbácea nas montanhas de Siskiyou, no estado americano do Oregon, durante os períodos de 1949 a 1951 e de 2007 a 2009. A região que apresentou um aumento de 2°C na temperatura desde 1948.
Os pesquisadores selecionaram 185 sítios de estudos que abrigavam ecossitemas de sucessão primária e secundária em ambientes florestais de altura de 500 a 1200 metros e ambientes florestais de altitudes de 1500 a 2100 metros acima do nível do mar.
O trabalho encontrou diferenças consistentes entre os dois ambientes. Nos ambientes de menor elevação, a comunidade herbácea apresentou diferenças significativas em sua composição, relacionadas a climas mais secos, assemelhando-se à comunidades ecológicas de baixas altitudes. Nos ambientes de maior relevo, as diferenças observadas foram mais sutis, como aumento nas espécies de altas atitudes, assim como uma composição parecida com a de ambientes de menor elevação topográfica. O trabalho conseguiu demonstrar com seus resultados que no nível de comunidades os efeitos das mudanças climáticas não são lineares.
Saiba mais em: Climate Signals
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