
Estudo realizado pela Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim e a Estação Ecológica da Guanabara, localizadas no Rio de Janeiro, revelou que existem 242 espécies de aves, 167 de peixes (81 marinhos e 86 fluviais), 34 de répteis e 32 de mamíferos nas áreas que abrangem o mangue, as florestas alagadas, os rios e o mar fundo da Baía de Guanabara. Desde 2008, as duas unidades de conservação estudam as espécies existentes na área e concluíram também que dentre as espécies que apresentam perigo de extinção estão o boto-cinza, com um pouco mais de 30 animais e o gato mourisco (espécie de felino de pequeno porte) e a lontra. A área onde estão localizadas as duas unidades de conservação são consideradas a “Arca de Noé”, pela diversidade de animais que vão desde peixes a espécies de aves migratórias do hemisfério norte, como trinta-reis-de-bando e trinta-reis-real.
Fonte: ICMBio
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Estudo alerta sobre impacto das mudanças climáticas na restauração ecológica
Para aumentar resiliência e adaptação climática em plantios de espécies nativas, estudo mapeia 48 Zonas de Transferência de Sementes no país com climas e condições similares →
A reconstrução da política ambiental esbarra no déficit de servidores
Estudo identifica avanços na reconstrução da política ambiental e mostra como o déficit de pessoal reduz a capacidade do Estado de transformar planos em resultados →
A restauração dos sonhos
Restaurar os ecossistemas é essencial e urgente. Mas existe uma dimensão da restauração ainda mais profunda: a restauração da nossa capacidade individual e coletiva de sonhar →
