Salada Verde

Nepal usa alta tecnologia na luta contra a caça furtiva de rinocerontes

Com o uso de coleiras de GPS e drones, o país conseguiu ficar 365 dias consecutivos sem a prática de caça furtiva

Sabrina Rodrigues ·
22 de novembro de 2016 · 10 anos atrás
Salada Verde
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O Nepal  conseguiu ficar 365 dias consecutivos sem a prática da caça furtiva de rinocerontes graças, principalmente, ao uso de alta tecnologia. Foto: Diganta Talukdar
O Nepal conseguiu ficar 365 dias consecutivos sem a prática da caça furtiva de rinocerontes graças, principalmente, ao uso de alta tecnologia. Foto: Diganta Talukdar
Ambientalistas do mundo inteiro estão incorporando ferramentas de alta tecnologia no combate à caça furtiva e, em muitos casos, estão obtendo sucesso. O Nepal é um exemplo desse esforço bem-sucedido. O país conseguiu ficar 365 dias consecutivos sem a prática da caça furtiva. O sucesso do Nepal se dá graças à união de esforços de funcionários do governo, grupos ambientalistas e comunidades locais, mas o uso da tecnologia tem desempenhado um papel crucial nesse caso. A tecnologia, que inclui coleiras de GPS e drones, tem sido muito importante para apurar informações em tempo real sobre quando e onde os rinocerontes estão vivendo, onde estão, o que estão fazendo durante a noite ou em diferentes estações do ano. A informação de coleiras via satélite GPS desempenha um papel importante nas decisões sobre onde estabelecer novas áreas protegidas e onde implantar patrulhas anti-caça furtiva. O monitoramento em tempo real ajuda a resolver outro problema: o conflito entre humanos e os rinocerontes. No Nepal cerca de duas pessoas são mortas por rinocerontes por mês, então, manter o controle de onde os rinocerontes estão percorrendo pode ajudar a salvar vidas humanas.

Fonte original: Mongabay

  • Sabrina Rodrigues

    Repórter especializada na cobertura diária de política ambiental. Escreveu para o site ((o)) eco de 2015 a 2020.

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Comentários 3

  1. paulo diz:

    Exemplo para os demais países. Excelente.


  2. Andrea Ferrari diz:

  3. Valeska Oliveira diz: