Salada Verde

((o))eco é um dos selecionados do edital de jornalismo da Fundação Grupo Boticário

Edital selecionou cinco propostas de reportagem sobre legislação e políticas públicas costeiro-marinhas; Repórteres receberão uma bolsa para investigar um tema

Redação ((o))eco ·
20 de julho de 2021 · 1 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente

A dupla de repórteres Cristiane Prizibisczki e Carolina Lisboa é uma das ganhadoras do edital da Fundação Grupo Boticário, em parceria com a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco, que financiará reportagens sobre legislação e políticas públicas costeiro-marinhas. As jornalistas receberão uma bolsa de 8 mil reais para a produção do trabalho, que será publicado em ((o))eco. Ao todo, cinco bolsas foram concedidas. 

O edital, lançado em maio pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, recebeu mais de 50 inscrições em todo país. A iniciativa, feita em parceria com a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da Unesco, está relacionada com a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável. Um comitê avaliador, composto por 10 profissionais das áreas de comunicação e relacionadas com a temática, analisou critérios como criatividade e originalidade; relevância para a sociedade; consistência do plano de apuração e portfólio e currículo do candidato. 

“Esperamos que as pautas aproximem a sociedade do tema e sensibilizem a população para a necessidade de proteção e uso sustentável do oceano, o que exige a criação de políticas públicas e legislação ambiental eficazes”, afirma o gerente sênior de Engajamento, Relações Institucionais e Impacto Social da Fundação Grupo Boticário, Omar Rodrigues. 

Confira os selecionados:

Cristiane de Azevedo Prizibisczki e Carolina Lisboa, para ((o))eco;

Luan Diego Vosnhak, para a Record TV Florianópolis;

Marília Camelo Sá e Adriana Bezerra Pimentel, para a Agência Eco Nordeste.

Naira Hofmeister de Araujo e Fernanda Melchiors Wenzel, para o El País;

Sérgio Adeodato Filho, para a Revista Página 22.

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Comentários 1

  1. Fernando Tatagiba diz:

    Muito bacana a matéria! Alguns destaques que considero bem relevantes nas conclusões dos pesquisadores, à luz da gestão das unidades de conservação:
    “… a maioria das espécies não foi afetada negativamente pelo turismo e mesmo que tenhamos observado algumas alterações, elas são restritas apenas a área do parque que está aberta à visitação”. De fato, a área destinada ao fluxo de visitantes representa a esmagadora minoria na área total das UC. Assim, como ressaltam os pesquisadores, “quaisquer impactos negativos sobre a biodiversidade causados ​​pelos visitantes devem ser ponderados em relação aos ganhos de conservação e gestão proporcionados pelo turismo.” Além de visitantes e condutores autorizados contribuírem para a redução de ilícitos, como a caça, o turismo com base na conservação da natureza é importante indutor de economia. Estudo mostra que cada R$1 investido no ICMBio em 2018 produziu R$ 15 em benefícios econômicos para o Brasil!
    O Brasil só tem a ganhar com a criação e o investimento na gestão das Unidades de Conservação da Natureza!