
A diversidade dos seres que vemos atualmente, grande parte ameaçada de extinção, representa apenas 1% da biodiversidade que um dia o planeta abrigou. A ciência que dá pistas e provas dessa população perdida é a paleontologia.
Carcaças de animais e plantas encontradas fossilizadas em rochas são como pegadas do que já viveu por aqui, em períodos geológicos distintos. Desde o final do século XVIII, se sabe que houve um mundo anterior aos humanos, habitado por espécies hoje extintas.
Entender esse mundo que já não existe e como ele moldou o que existe hoje é a grande contribuição da paleontologia para a conservação. É o que explica a paleontóloga Dra. Lucy Gomes de Souza, que estuda o jacaré purussauro, o maior que já existiu na Amazônia, há cerca de 8 milhões de anos.
Veja no penúltimo Pense Verde do ano.
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