A União Mundial para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira que as baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) e franca austral (Eubalaena australis), deixaram de ser consideradas vulneráveis na escala para extinção. Só que antes de sair comemorando, é preciso conhecer os critérios para essa avaliação, que são um tanto quanto obscuros até para os maiores especialistas em baleias desses tipos no Brasil. O Projeto Baleia Franca, por exemplo, acha exagerado acreditar que essas baleias não estejam mais tão vulneráveis quando a população da franca austral no Atlântico Sul é estimada para 100 mil indivíduos. Mas hoje existem apenas 8 mil. Mesmo assim, esse número é fruto de imensos esforços em cerca de 25 anos de trabalhos em conservação de cetáceos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
World Cleanup Day mobiliza voluntários para limpar praias em nove municípios
Ações da Rede Biomar integram limpeza de praias, ciência cidadã e educação ambiental; Mobilização ocorre em setembro em praias de Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas e Pernambuco →
Data center pega de surpresa cidade mineira que sofre com falta d’água
A Atlas Renewable Energy está planejando um data center de 1 gigawatt no município de Paracatu, que supera a capacidade de energia combinada de todas as instalações desse tipo atualmente instaladas no Brasil →
O que os candidatos ao governo do Pará propõem para a rastreabilidade bovina
Programa de Pecuária Sustentável já está em andamento, mas planos de Hana Ghassan e Daniel Santos apontam caminhos diferentes para a pecuária sustentável →

