A União Mundial para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira que as baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) e franca austral (Eubalaena australis), deixaram de ser consideradas vulneráveis na escala para extinção. Só que antes de sair comemorando, é preciso conhecer os critérios para essa avaliação, que são um tanto quanto obscuros até para os maiores especialistas em baleias desses tipos no Brasil. O Projeto Baleia Franca, por exemplo, acha exagerado acreditar que essas baleias não estejam mais tão vulneráveis quando a população da franca austral no Atlântico Sul é estimada para 100 mil indivíduos. Mas hoje existem apenas 8 mil. Mesmo assim, esse número é fruto de imensos esforços em cerca de 25 anos de trabalhos em conservação de cetáceos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena
Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais →
PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada
Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares →
Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco
Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva →

