A União Mundial para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira que as baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) e franca austral (Eubalaena australis), deixaram de ser consideradas vulneráveis na escala para extinção. Só que antes de sair comemorando, é preciso conhecer os critérios para essa avaliação, que são um tanto quanto obscuros até para os maiores especialistas em baleias desses tipos no Brasil. O Projeto Baleia Franca, por exemplo, acha exagerado acreditar que essas baleias não estejam mais tão vulneráveis quando a população da franca austral no Atlântico Sul é estimada para 100 mil indivíduos. Mas hoje existem apenas 8 mil. Mesmo assim, esse número é fruto de imensos esforços em cerca de 25 anos de trabalhos em conservação de cetáceos.
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