Ao longo do século 20, a visão econômica oscilou entre a promoção de um Estado intervencionista com atuação em todos os setores e funcionando como a grande mãe de todos, e a de um Estado mínimo, que deixasse a mão invisível do mercado gerar riqueza e bem estar. Economias liberais e mercados abertos foram os responsáveis por gerar a maior parte dos ganhos sociais e econômicos durante a história recente, mas o papel dos Estados como reguladores e indutores também se tornou bastante óbvio a cada crise econômica. O dirigismo estatal também está sendo recrutado para incentivar o mercado de energia rumo a uma economia de baixo carbono, como recomendado por novo estudo do Committee on Climate Change britânico. O pacote recomendado inclui uma boa dose de regulação estatal sobre emissões e subsídios para fontes de energia verdes. No Brasil do pré-sal e das termelétricas, estamos indo para o outro lado.
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