Esta semana o Brasil começou a convocar operadoras e grupos de mergulho em mais de 170 países para engrossar o movimento mundial pela preservação dos tubarões. A idéia é que aumente a pressão sobre governos e fóruns internacionais para que tomem medidas urgentes pela sobrevivência desses predadores. Conforme a coordenação do movimento Divers for sharks (Mergulhadores pelos tubarões), que hoje fica no Brasil, suas armas serão mobilização e informação para mostrar que a conservação dos tubarões e da biodiversidade marinha também interessa à comunidade internacional do mergulho recreativo, que também gera empregos e renda e faz melhor uso da biodiversidade marinha, e não só aos lobistas da pesca industrial. Para engrossar o movimento pela preservação dos tubas, é possível assinar um manifesto online (acesse aqui) e acompanhar informações pelo Facebook (acesse aqui). As estimativas do grupo apontam que o Brasil tem cerca de 180 escolas e operadoras de mergulho. A proteção dos tubarões também está em discussão na 15ª reunião da Cites, em Doha (Qatar).
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