Em fase de implantação desde 10 de janeiro de 2011, um novo módulo do Documento de Origem Florestal (DOF), chamado DOF Exportação, foi criado para o controle da exportação de madeira, seguindo a proposta de modernização dos mecanismos de controle, com o objetivo de aumentar a transparência na gestão pública e facilitar a vida do usuário.
Segundo informações do Ibama, a adequação aos novos padrões serve para reparar problemas com relação ao antigo modelo do DOF, como dificuldades no monitoramento, dados imprecisos sobre portos de saída, ausência de informações sobre países importadores, estatísticas não confiáveis, possibilidade de fraudes e a pouca praticidade para o usuário com sobrecarga desnecessária de informações.
Como pontos benéficos para o usuário do sistema, o órgão cita a redução da burocracia e facilidade do uso. Já o governo poderá contar com um banco de informações sobre as empresas compradoras em outros países. Por outro lado, as empresas poderão se certificar que a madeira comprada é legal, garantindo um bom funcionamento do comércio legal de madeira.
De acordo com comunicado do Ibama, há o interesse de países detentores de florestas em adotar o modelo do DOF. (Daniele Bragança)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Eleições na emergência climática: a escolha de quem não ignora riscos
O voto é uma decisão sobre capacidade de governo. É essencial incorporar uma nova pergunta ao exercício da cidadania: aqueles que pretendem ser eleitos compreendem o tempo histórico em que vivemos? →
Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da Mata Atlântica
Estudo apoiado pela FAPESP relata o primeiro caso de morte em massa de anfíbios causada por ranavirose na América do Sul. Patógeno também afeta répteis e peixes →
Garimpo dispara no Parque Nacional do Juruena e levanta alerta sobre avanço de facções
O desmatamento relacionado à mineração ilegal aumentou 660% no parque em apenas oito meses e relatos apontam possível envolvimento de facções criminosas →
