O desenvolvimento das cidades na Amazônia nos últimos anos traz o paradoxo do crescimento com a sustentabilidade desse grande bioma do mundo.
Encravada no meio da floresta amazônica, a cidade de Coari registra os maiores índices de crescimento demográfico do estado do Amazonas na ultima década, ocasionado pela construção do gasoduto Urucum/Manaus.
Este ensaio mostra a degradação ambiental provocado pelo crescimento desordenado da cidade em contraposição a vida na floresta e a condição social dos moradores das margens do rio Solimões, os ribeirinhos.
AC Junior nasceu no Rio de Janeiro em 1967. É repórter fotográfico desde 1992 e colaborou com diversas publicações nacionais e internacionais .Sempre desenvolveu uma documentação autoral sobre as questões ambientais e culturais do povo brasileiro. Foi um dos fundadores da Agencia FotoinCena em 1995 participando de diversas exposições.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A restauração na Amazônia começa a sair da meta e entrar na propriedade
O desafio atual é formar capacidades locais para que a recuperação da vegetação nativa tenha permanência, renda e governança →
Estudo revela impacto da poluição do ar nas árvores da Mata Atlântica paulista
O intuito do estudo foi encontrar árvores resilientes à poluição do ar com potencial para o reflorestamento urbano →
Entre a fartura e a escassez, o dinheiro não compra o que a floresta deixou de produzir
Somos todos dependentes dos mesmos ciclos naturais. As mudanças que ameaçam os modos de vida e a produção dos povos da floresta e do campo também afetará quem mora na cidade →





















