Análises

Quem dá mais por Itatiaia? II

De Helton PerilloMarcos, Eu ainda não havia lido seu artigo último sobre o novo preço de Itatiaia e sobre o novo diretor Walter Behr. Foi coincidência voltar ao assunto na vépera da publicação. Concordo que eu não deixarei (pelo menos espero assim) de visitar Itatiaia devido ao preço alto. Mas acho que está caro para os padrões brasileiros. Em 1995 paguei US$ 5,00 (cerca de R$ 11,50) para entrar em Yosemite, parque com infraestrutura e serviços muito superiores a Itatiaia e um povo muito mais rico. Não sei qual deve ser a função principal do PNI, se conservação pura e simples, ou isto com visitação pública. Penso que pode ser elitização limitar o acesso pelo poder econômico. Por outro lado adoraria andar por lá sem encontrar farofeiros predadores arrancadores de plantas. Acho que vale a pena a discussão do assunto. Em maio/2005 fui ao ParNa da Chapada dos Veadeiros, paguei R$ 3,00 mas fui obrigado a contratar um guia/condutor. Este se responsabiliza pela preservação do Parque e do próprio visitante. Talvez fosse uma idéia. Abraços,

Redação ((o))eco ·
9 de janeiro de 2006 · 21 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
25 de agosto de 2026

Restrição dos poderes do MP pode enfraquecer defesa ambiental, alerta Abrampa

Julgamento que será retomado no STF nesta quarta questiona limites do poder de requisição do Ministério Público e pode enfraquecer atuação na defesa do meio ambiente

Colunas
25 de agosto de 2026

A crise climática precisa de mais do que alertas

Mais do que registrar desastres, a comunicação precisa explicar suas causas, acompanhar os processos de reconstrução e cobrar políticas que reduzam vulnerabilidades

Salada Verde
25 de agosto de 2026

WWF-Brasil financia 50 bolsas para curso de Jornalismo Oceânico

Oportunidade é destinada a jornalistas, estudantes de jornalismo e comunicadores da Bahia, Ceará, Espírito Santo e Rio Grande do Norte

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.