As montanhas do Rio de Janeiro sempre exerceram enorme fascínio entre os moradores do estado. O colunista Paulo Bessa relembra suas experiências como montanhista ao longo da década de 1970, revelando um pouco do pensamento sobre esportes de aventura na época: não existia política ecológica, direito ambiental nem a maioria dos temas que discutimos atualmente. Bessa conta que a questão era bem menos complicada: as pessoas eram companheiras, estavam preocupadas tão somente em escalar e não degradar, recolher o lixo e serem felizes. Simples assim.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Caminhoneiros autônomos reclamam de dificuldade na aquisição de veículos menos poluentes
Relatos mostram que em três anos de vigência do Proconve P8, Brasil não avançou para transição energética justa no transporte rodoviário de carga →
Novo centro no RJ vira marco para restauração da Mata Atlântica
O centro será um espaço de pesquisa, capacitação e um amplificador de boas práticas na recuperação do bioma, promovido pela Associação Mico-Leão-Dourado →
Enchentes podem espalhar poluentes da mineração de carvão no Rio Grande do Sul
Metais tóxicos e outros contaminantes associados à extração de carvão podem ser transportados por chuvas intensas e enchentes, alcançando áreas distantes das minas →
