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Apesar de entender perfeitamente do tema, esta coluna misturou alhos com bugalhos e produziu um engano na nota “Prévia”, publicada ontem. Ela chamou a soma dos resultados obtidos pelo Deter entre agosto de 2005 e julho de 2006, feita pelo Greenpeace, de taxa de desmatamento da Amazônia – termo que a Ong nunca usou. E por uma simples razão. As imagens do Deter, por serem de baixa resolução, servem como indicação apenas da tendência do desmatamento na região mês a mês. A taxa é calculada anualmente utilizando-se imagens de outro sistema, o Prodes, capaz de enxergar a floresta com muito mais precisão. Todas essas nuances estão corretamente explicadas em outra nota, “Resposta”, também publicada ontem.

Redação ((o))eco ·
1 de setembro de 2006 · 19 anos atrás

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