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Olhando-se as rubricas do orçamento no Siafi, dá para entender um pouco onde o dinheiro está sendo bem e mal gasto. Por exemplo, o programa de Informações Integradas de Proteção à Amazônia executou 53,9% de seus cerca de 53 milhões de reais. Enquanto isso, os 57,5 milhões de reais destinados à prevenção de incêndios florestais foi mais bem aplicado e atingiu um percentual de uso de 88,2%. Os recursos às unidades de conservação, sob a rubrica Àreas Protegidas do Brasil, foram da ordem de 56,6 milhões de reais e a execução de 62%. Mal mesmo esteve o Zoneamento Ecológico-Econômico, que recebeu míseros 13 milhões de reais e gastou apenas 19%.

Redação ((o))eco ·
3 de janeiro de 2007 · 19 anos atrás

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