Análises

Uma heroína diferente III

De Flávio Quando li o título da matéria pensei: pronto, inventaram a heroína transgênica, o "barato" vai ser muito maior.Mas quando comecei a lê-la vi que se tratava de algo muito sério. E, casualmente, falando de uma pessoa que conheci há alguns anos. Realmente é tudo o que está descrito e mais alguma coisa que, provavelmente, o espaço não permitiu colocar.A Creuzinha, como sempre a chamamos, conseqüência do seu pouco mais de 1,50 m, é a prova viva que nos pequenos frascos estão o melhor perfumes e, quando necessário, os piores venenos! Resolve tudo, sabe tudo, não manda recado, não faz concessões, não tem meio termo, ou está muito alegre ou muito brava e quando é este o caso é melhor não encarar!Sempre foi secretária dos presidentes do IBAMA (entre os quais a colunista) e sempre defendeu o IBAMA, o presidente de plantão e o meio ambiente com unhas e dentes.Por traz de sua "brabeza" tem um grande coração, sempre dividindo com suas colegas tudo o que ganhava, fosse uma bala ou um saco de bombons.As vezes ficava sem para ela, mas sempre dividia. É um orgulho saber que está sendo lembrada e num jornal tão importante.A bem da verdade acho que merece uma estátua em qualquer parque nacional (ela não ia querer por poluir o ambiente e por medo de cobras) mas acho que a homenagem foi bem feita!Um abração Creuzinha, não sei se você lembra de mim, sou o Flávio Âncora!

Redação ((o))eco ·
11 de janeiro de 2006 · 20 anos atrás

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