A partir de hoje, a exato um mês da bola rolar em Joanesburgo, o Palmilhando vai se voltar para a África do Sul, buscando dar aos leitores uma idéia de como é o panorama da gestão do espaço natural no país da Copa do Mundo. vão privilegiar os praticantes de esportes de natureza como caminhadas, escaladas, mountain bike, mergulho, surfe, safaris e outros (caving, parapente, bungee jumping etc). Também haverá entrevistas com autoridades ambientais e empresários locais, listas de livros e guias de trilhas e dicas de viagem, tais como chegar ao início das trilhas, onde se hospedar, onde comer e onde comprar equipamento.
Por fim, vamos também comentar as técnicas de manejo e as políticas de preservação da natureza na África do Sul e países vizinhos. A idéia é fornecer um cardápio de atrações para quem for ver a Seleção brasileira, mas também dar um panorama do país sede para quem só puder acompanhar o onze canarinho pela televisão.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Decisão do STF sobre tributos na cadeia de reciclagem preocupa setor
ANAP afirma que incidência de PIS e Cofins pode elevar custos operacionais e pressionar atividades ligadas à coleta e comercialização de materiais recicláveis →
Desmatamento da Amazônia custa mais de US$ 1 bilhão por ano na conta de luz dos brasileiros
Perda de floresta reduziu chuvas, diminuiu a geração hidrelétrica e elevou os custos da eletricidade no país, diz estudo →
Chuvas extremas no Sudeste e a urgência de conservação da natureza
Investimentos em medidas de prevenção de desastres podem gerar economias de até 15 vezes superiores aos gastos destinados à recuperação após eventos climáticos extremos →



.jpg)