
Clique para ampliar |
O Arquipélago dos Alcatrazes, no litoral norte de São Paulo, inclui ilhas com espécies endêmicas (incluindo anfíbios e serpentes), ninhais de aves marinhas (incluindo a maior colônia de fragatas do Atlântico sul) e uma área marinha onde vivem meros, raias-manta, baleias e golfinhos. Trata-se de um local prioritário para a conservação, hoje apenas parcialmente protegido por uma estação ecológica.
A Marinha do Brasil usa a área para exercícios de tiro. Após anos de disputas com conservacionistas, chegou-se a um acordo para a criação de um parque nacional abrangendo a área, iniciativa que conta com o apoio das prefeituras locais e do governo estadual e viabilizaria o turismo controlado no arquipélago.
A expectativa era que o decreto de criação do parque fosse assinado pela presidente Dilma Rousseff durante a Rio+20, o que não aconteceu — mais uma decepção de um evento fraco. Espera-se que o parque seja criado ainda este ano, mas não há previsão confiável.
Se você deseja apoiar a iniciativa de criação do parque nacional clique aqui para conhecer o abaixo-assinado a esse respeito.
e gosto pela relação entre ecologia, economia e antropologia. |
Caudas extravagantes e Ferraris, a evolução explica
Darwin, o subversivo que mudou meu caminho
Minha Antártica tem palmeiras onde canta o … pinguim?
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Bancada ruralista acelera ‘pacote agro’ na Câmara dos Deputados
Proposta aprovada em urgência retira do Ministério do Meio Ambiente parte da competência sobre biodiversidade e fiscalização →
Pernambuco foca em carbono e ignora a urgência das áreas de risco
Enquanto o governo foca no mercado de carbono, o estado acumula 291 mortes e 545 mil desabrigados por desastres desde 1991, com prejuízos que superam os R$ 34 bilhões →
Estudante desenvolveu tecnologia para enfrentar a escassez de água no Sertão
Com menor custo, montagem simples e movido a energia solar, o sistema poderia ser aproveitado em mais regiões →

e gosto pela relação entre ecologia, economia e antropologia.
