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29 de março de 2006

Arriba!

Caiaque nas Bahamas, surfe no Panamá, montanhismo em Saba. Essas são apenas três das nove opções numa lista de esportes de aventura a serem...

Por Redação ((o))eco
29 de março de 2006
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28 de março de 2006

Só para explorar

Estudo do Imazon identificou uma área de 166 mil km2 no Pará com potencial para produção florestal. Espremendo, 46 mil km2 não têm grande valor econômico, mas ainda sobra uma região quase do tamanho do Amapá para ser explorada pelo setor madeireiro.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Dentro das regras

A proposta é ecologicamente correta. 77 % da área cotada para produção florestal são definidos pelo programa de Macrozoneamento Econômico e Ecológico do Pará como terras para criação de unidades de conservação para uso sustentável. Que podem ser desde Florestas Nacionais(Flona) a Áreas de Proteção Ambiental(APA). Os outros 23% estão destinados ao desenvolvimento econômico do estado.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Crise

A extensão florestal do Pará chega a ocupar 70% do estado, que tem nada menos do que 1,250 milhão de km2. Boa parte dessas florestas contém madeira de grande valor comercial. Só em 2004, foram cortados ali 11,1 milhões de m3 de madeira em tora -metade da produção da Amazônia Legal no mesmo ano. Mas apesar da atividade gerar bilhões de dólares, o setor madeireiro do Pará está em crise. E um dos motivos é a escassez de áreas designadas para produção florestal.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Opine

O estudo técnico do Imazon está disponível no site da Secretaria de Produção do Pará. Lá, qualquer um também pode opinar sobre o documento, que foi submetido a uma consulta pública virtual.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

PL com chuchu

Enquanto isso, o PL da Mata Atlântica aguarda mais uma vez na fila para ir a votação na Câmara. Fábio Feldman, autor do Projeto de Lei, pediu ao presidenciável Geraldo Alckmin para interceder junto a Rodrigo Maia (PFL) e convencê-lo a parar de atrapalhar o meio de campo.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Demora

O Projeto de Lei da Mata Atlântica tramita no Congresso há 14 anos. Foi aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2003 e pelo Senado no mês passado. Mas a aprovação definitiva depende de mais uma votação na Câmara para ratificar modificações feitas pelos senadores.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Eleitores

O que o Congresso está demorando anos para aprovar é um Projeto de Lei que diz respeito a 120 milhões de eleitores que moram na região da Mata Atlântica e dependem da boa conservação do ecossistema para garantir abastecimento de água e qualidade de vida. Sem o PL é mais difícil legislar sobre a proteção, regeneração e utilização da floresta.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Explica aí

Em Curitiba, o assunto das árvores transgênicas foi encaminhado pelos participantes da Convenção sobre Diversidade Biológica, a COP 8, para o órgão científico e tecnológico da Convenção. Daqui a dois anos, na COP 9, os cientistas terão que apresentar um relatório sobre os perigos da tecnologia que servirá de base para uma discussão mais aprofundada sobre o tema.

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28 de março de 2006
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28 de março de 2006

Festa no mar

Áreas de proteção marinha serão criadas em 5% do Oceano Pacífico. A boa notícia estar para ser anunciada em Curitiba por cinco Ongs (CI, IUCN, TNC e WWF) e ministros do Meio Ambiente de 6 países-ilhas. Palau, Federação dos Estados da Micronésia e Ilhas Marshall se comprometeram a implementar uma rede de reservas marinhas com área total de quase 20 milhões de quilômetros quadrados no Pacifico. A conservação da biodiversidade dos mares foi um dos temas mais debatidos na COP 8.

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28 de março de 2006
Análises
28 de março de 2006

Itatiaia: com a palavra os juristas III

De Wilson Guimarães CavalcantiSão José dos Campos, SPCaro Eduardo Pegurier:Lendo as matérias que deram desenvolvimento ao assunto "fundiário" do Parque de Itatiaia, achei que posição mais sensata foi a levantada pelo Luiz Cláudio Leiva, que você menciona: identificar as áreas e a solução, ao invés da desapropriação, ser através da regulamentação de uso. Lendo a "ata" da reunião do Câmara Técnica responsável por discutir a regularização fundiária em Itatiaia na matéria do Lorenzo Aldé, fiquei com a impressão de que esse administrador do Parque (Walter Behr), a despeito da resposta que me enviou e que foi publicada na Caixa Postal de O Eco, está mesmo com o foco errado e cheio de preconceitos contra os proprietários de terras no território do Parque, desses 300 Ha (contra os 30 mil Ha do Parque) que, pela interpretação que faço do seu histórico, não mais fazem legalmente parte dele, apenas estão na mesma região geográfica. O "Poder de Império" do Governo Federal pode até reinserir esses 300 Ha no Parque, por alguma "penada"; não me surpreenderia se um governo petista agisse assim. Mas será uma besteira: não são esses proprietários os responsáveis pelos problemas do Parque de Itatiaia e cada vez mais me convenço de que o administrador desse Parque está justamente agindo assim por puro preconceito (raiva dos proprietários), até mesmo para justificar a sua provável inação no sentido de resolver de fato os problemas desse belo Parque. Como lhe falei, há mais de ano não vou até lá. Farei o possível para ir a Itatiaia em breve e no retorno eu lhe escreverei para dizer se o Parque melhorou ou não na comparação com a minha última visita. Um abraço.

Por Redação ((o))eco
28 de março de 2006