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4 de abril de 2006

Piratas na caixa postal

Em menos de 15 dias, o Ibama de São Paulo impediu três tentativas de contrabando de aracnídeos brasileiros para a Europa. A última aconteceu nesta terça-feira, quando foram encontrados cerca de 50 escorpiões em um pacote postado no correio com destino a Suíça. Em março, também foram descobertas cerca de 200 aranhas em embalagens destinadas a Alemanha.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Caça

Nenhum dos “biopiratas” foi preso. O endereço do remetente era falso em todos os casos, mas o Ibama conta com a ajuda da Interpol para identificar os destinatários. Há suspeita de que estudos científicos sirvam de fachada.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Se foram

Em 2005, o Caribe perdeu uma porção significativa dos seus corais graças à temperatura do mar ter ficado mais quente do que deveria e, logo em seguida, uma doença ter esbranquiçado boa parte dos recifes da região. Mas as explicações para os fenômenos são vagas, pelo menos na reportagem do The New York Times.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Bom comportamento

O governo britânico se esforça para diminuir a contribuição do país nas mudanças climáticas, mas ambientalistas volta e meia o criticavam por poluir o ar com tantas viagens aéreas de seus funcionários. Uma solução para o problema foi proposta ontem. O governo se comprometeu a fazer doações para fundos destinados a mitigar o problema do aquecimento global cada vez que comprar uma passagem de avião. É o que diz o The Independent.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Pobres Alpes

A Europa pode perder 3/4 dos seus glaciares até o fim do século por causa de mudanças climáticas, diz novo estudo concluído pela WGMS, uma instituição que só faz monitorar geleiras. Reportagem da BBC News lembra que a perda provocará diminuição nos estoques de água potável e prejuízo para a agricultura e o turismo.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Afastados

A denúncia de que o Instituto Ambiental do Paraná estaria distribuindo licenças irregulares para quem desejasse cortar araucárias levou ao afastamento de oito funcionários acusados. A notícia saiu na Gazeta do Povo (só para assinantes), mas pode ser lida no Ambiente Brasil.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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4 de abril de 2006

Tem razão

No Ambiente Acreano, Foster Brown chama atenção para reportagem publicada semana passada no The New York Times , e destacada no Eco.Net, sobre a façanha do governo americano de ter aumentado as áreas alagadas do país apesar da extensão de seus mangues e pântanos ter diminuído. A reportagem dizia que era graças a construções de açudes artificiais, mas segundo Foster, quase tudo pode ser classificado como tal. Até laguinho artificial em campo de golfe.

Por Redação ((o))eco
4 de abril de 2006
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3 de abril de 2006

Vida nova

Ana Araujo dedica sua coluna àqueles que, como ela, trocaram uma vida “normal” (leia-se urbanóide estressada) pela prática de esportes na natureza....

Por Redação ((o))eco
3 de abril de 2006
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3 de abril de 2006

Todos os Parques

Na estrada desde 2003, o fotógrafo e repórter Eduardo Issa tem como objetivo registrar em vídeo e fotografia todos os 52 Parques Nacionais...

Por Redação ((o))eco
3 de abril de 2006
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3 de abril de 2006

De olho no que está por vir

De Carlos Gabaglia Penna Prezado sr. EditorExcelente a entrevista "de olho no que está por vir", de Sérgio Besserman. Ele aborda um tema considerado tabu, o aumento do consumo, o qual - combinado com o crescimento populacional - funciona como a grande alavanca da degradação ambiental. Creio que faltou ao Besserman enfatizar que a ideologia do crescimento econômico é suicida, por ser fisicamente insustentável. Não há crescimento linear no mundo real e, acompanhando a expansão da economia [que considero desnecessária], a deterioração do meio ambiente também cresce de forma exponencial.Em relação às favelas do Rio, tenho sérias dúvidas quando o entrevistado afirma que o crescimento dessas comunidades não é preocupante. O que eu constato é uma expansão permanente das favelas, pelo menos na Zona Sul. Não é uma questão de "percepção", mas sim de comprovação factual. Posso listar um sem número delas onde a expansão é contínua, sem falar na criação acelerada de novas favelinhas. A doação demagógica de títulos de propriedade será um bom estímulo para a expansão dessas chagas urbanas...Cordialmente

Por Redação ((o))eco
3 de abril de 2006
Análises
31 de março de 2006

Reforma pelo social

De Gustavo Romeiro Mainardes PintoEng. Agrônomo - MSc. Ecologia de AgroecossistemasAnalista Ambiental - DITEC/IBAMA/SCCaros amigos!É inacreditável a falta de visão a respeito das causas e conseqüências das legislações acerca do meio ambiente e de suas relações com a sociedade! Vemos a todo instante legislações que "punem" quem conservou e premiam aqueles que destruíram! Qual a causa principal do inchaço das cidades? O êxodo rural, fomentado pela falta histórica de investimento público em educação, saúde e infra-estrutura no campo e, principalmente, pelo sistema de produção agrícola baseado intensamente em insumos químicos e alta aplicação energética. Esse sistema concentra renda, induz às altas produtividades em grande escala e quebra sistematicamente os produtores mais descapitalizados. Uma das formas mais justas de ao menos minimizar esses efeitos, é através da produção agroecológica, que valoriza não somente a capacidade de investimento monetário do produtor, mas sim seu conhecimento e sua capacidade de manejar corretamente o meio ambiente, com evidentes ganhos ambientais, de saúde e sociais, ao direcionar mais renda para o campo e, portanto, distribuir melhor as riquezas. Que fique bem claro: nem de longe penso que os sistemas de produção agroecológica ou extrativista devem invadir Unidades de Conservação (que têm sim funções imprescindíveis!), devem sim, substituir áreas onde hoje impera a aplicação de agrotóxicos. Chega Brasil! Vamos premiar quem trabalha, quem conserva, quem paga em dia, quem cumpre a lei! Ou então que se acabe de vez com a Constituição e se institua a Lei do Cão! Ufa!

Por Redação ((o))eco
31 de março de 2006