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18 de maio de 2005

Saiu

O governo federal anunciou que entre agosto de 2003 e agosto de 2004 a Amazônia Legal perdeu  26.130 km2 de floresta. A margem de erro é de 5%, tanto para mais quanto para menos. Caso o número seja confirmado, será a segunda maior taxa já registrada. O recorde continua com os 29.059km2 de 1995 (quase uma Bélgica). “O número que acabamos de divulgar é muito alto. A projeção também. Mas não queremos justificá-los e sim diminui-los”, disse a Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que estava acompanhada pelos ministros Ciro Gomes, da Integração Nacional, e Eduardo Campos, da pasta de Ciência e Tecnologia. No biênio anterior (agosto de 2002 a agosto de 2003), a taxa de desmatamento da Amazônia ficou em 23.750km2. O índice é calculado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseado em imagens de satélite. No ranking dos estados campeões em desmatamento, o Mato Grosso ganha com folga. Foi responsável por 48% da derrubada. Em segundo lugar está o Pará, com 25,7%.

Por Redação ((o))eco
18 de maio de 2005
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15 de maio de 2005

Da Bursite à Cárie III

De Cristina MendesMuseólogaPrecisamos de mais artigos assim. Nossos governantes e representantes políticos precisam de mais artigos assim. Teria eco na nossa economia e teria eco na nossa auto estima. Um povo com tanto a construir poderia tomar este exemplo como um dos primeiros caminhos a seguir. Parabéns pela excelente matéria.

Por Redação ((o))eco
15 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Números

Alguns assuntos ambientais brasileiros atraem mais interesse lá fora do que aqui. No site de pesquisa Google, ao digitar "poluição do ar" em associação com "São Paulo", aparecem 14.600 páginas mencionando o tema. Quando a busca é feita em inglês, o resultado é bem mais expressivo: 31 mil links. Outro exemplo é o desmatamento na Amazônia. Se a busca for feita em português, obtêm-se 6.840 resultados. Já inglês, é possível achar 11.300 páginas sobre o tema.

Por Ana Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Férias no Pontal

O Centro Brasileiro de Biologia da Conservação do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) está lançando um curso de aperfeiçoamento em conservação da biodiversidade para os estudantes das áreas ambiental, biológica e de engenharia florestal. Chama-se “Curso de Inverno em Biologia da Conservação e Manejo da Vida Silvestre”, já que as aulas serão dadas no Pontal

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Domingo no Parque

Este domingo, 15 de maio, é dia de colocar tênis e ir à luta pela natureza. Quem convoca é o Parque Nacional da Tijuca, no Rio, que depois do fim do convênio entre Ibama e Prefeitura anda mesmo precisando de uma força. Ele aguarda voluntários para um mutirão que vai passer pela cabeceira do rio Carioca, as Paineiras e o Morro do Corcovado, com atividades de coleta de lixo, manutenção de trilhas e educação ambiental. Os voluntários vão se encontrar na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, às 9 da manhã. Sugere-se aos participantes que levem roupa de banho, água, comida, repelente e, claro, muita disposição. O mutirão só não acontece se chover muito no dia.

Por Juliana Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Mata Atlântica com Araucárias

Os cerca de 7,84% de cobertura florestal que restam de Mata Atlântica original ainda concentram uma das mais altas taxas de biodiversidade do planeta. É em socorro destas florestas que acontece anualmente a Semana da Mata Atlântica, uma parceria entre órgãos públicos e ongs. Em 2005, a Floresta com Araucárias será o tema principal do

Por Juliana Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Viagem ética

Para fugir das grandes cidades, nada melhor que uma viagem a um “paraíso exótico”. Você pode até concordar com essa afirmação. Mas o jornal...

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Riscos do Rodoanel

Todo paulistano adoraria ter melhores condições no trânsito. Mas a realização de obras viárias nem sempre se revela uma boa opção. Pelo menos no caso do Anel Rodoviário Mário Covas, que está em construção desde 2002 e entra agora em sua fase mais crítica. O Rodoanel pretende ligar as principais estradas do estado e prevê um trecho cortando as duas grandes represas que abastecem a capital: Billings e Guarapiranga. No dia 19 de abril, o Ministério Público Federal (MPF) protocolou no Conselho Estadual de Meio Ambiente de São Paulo (CONEMA), uma recomendação de revisão do Termo de Referência da obra. O documento apresenta 30 sugestões para o Ibama avaliar melhor o danos potenciais da construção. O MPF alega que o estudo de impacto ambiental (Eia) não levou em conta a poluição do ar que o trânsito no Rodoanel vai gerar, não incluiu um levantamento sobre a fauna local, não colheu os pareceres do Instituto Florestal e das unidades de conservação afetadas, e analisou incorretamente as relações hídricas dos aqüíferos atingidos, entre outros problemas. A construção de uma rodovia em área de mananciais e reservas permanentes, segundo o Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (PROAM), traz graves impactos à mata ciliar e degrada habitats de animais em risco de extinção. Mas Paulo Figueiredo, secretário do PROAM e professor da Universidade Metodista de Piracicaba, afirma que estas não serão as piores conseqüências do Rodoanel. “Uma auto-pista deste tamanho certamente causará migração ilegal da população para as áreas de proteção ambiental”. Figueiredo sugere, como opção à rodovia, uma ferrovia que ligasse a cidade de São Paulo ao Porto de Santos. A estrada de ferro descongestionaria as marginais e pouparia o meio ambiente no local.

Por Ana Redação ((o))eco
13 de maio de 2005
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13 de maio de 2005

Gestão Compartilhada da Floresta da Tijuca

De Pedro P. de Lima-e-SilvaEngenheiro Ambiental, PhDServiço de Segurança Radiologica e AmbientalComissão Nacional de Energia NuclearCaro EcoIncrível, para dizer o mínimo, a coluna do Pedro Menezes sobre o Parque Nacional da Tijuca. Não fosse uma gestão compartilhada de um parque nacional como a que ele descreve uma experiência quase que isolada no Brasil, se é que há outras semelhantes, pelo menos em termos de conservação estaríamos, nós e o Brasil, muitos anos à frente. Vale a pena guardar esses relatos quase que como um documento histórico. Essa série, que poderia até virar um filme do Andrucha, está sendo até agora imperdível.abs,

Por Redação ((o))eco
13 de maio de 2005