Notícias
24 de julho de 2008

De plástico não!

A cidade de Los Angeles acaba de anunciar que irá proibir o uso de sacolas de plástico nos comércios a partir de julho de 2010. A medida parece estar na moda nos EUA: no Estado da Califórnia, já são duas as cidades a adotar a proibição. O objetivo de ambas, segundo notícia da agência EFE, é pressionar os legisladores do Estado para que aprovem uma lei que eliminaria de vez o uso de sacolas plásticas em seus territórios a partir de 2012. Quando a medida entrar em vigor, em 2010, os consumidores serão obrigados a utilizar suas próprias bolsas ou a pagar 0,25 centavos de dólar para adquiri-las nos estabelecimentos, em papel ou material biodegradável. Estima-se que, atualmente, Los Angeles consuma 2,3 bilhões de bolsas de plástico ao ano. Destas, só 5% são recicladas.

Por Redação ((o))eco
24 de julho de 2008
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24 de julho de 2008

Biocombustível solar

Na última semana, cientistas noruegueses anunciaram que o resultado de um experimento com microalgas poderá ser a salvação para o problema do aquecimento global no planeta. O experimento baseia-se no uso das microalgas para a conversão básica de CO2 em oxigênio. O que eles fizeram foi injetar CO2 em grandes “tubos de ensaio” preenchidos com água e microalgas. Ao ser exposto no sol, o tubo apresenta as condições adequadas para uma fotossíntese maximizada e ainda possibilita a produção de um “biocombustível solar”. O resíduo deixado pelas microalgas ainda poderia ser usado como fertilizante, o que torna o processo ainda melhor que o feito com milho, por exemplo . Como o experimento parece muito bom para ser verdade, cientistas de todo o mundo estão investigando o que viria a ser realmente este “biocombustível solar”. A notícia é da revista Popular Science.

Por Redação ((o))eco
24 de julho de 2008
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24 de julho de 2008

Indonésia em chamas

Assim como o Brasil, a Indonésia é um país com longa tradição em desmatamento de florestas tropicais. Nesta quarta-feira, o Greenpeace alertou que 85% das emissões de gases estufa vindas daquela nação originam-se da queima das matas nativas. Segundo notícia da agência EFE publicada na Folha de São Paulo O conselheiro de Assuntos Políticos do Greenpeace para o Sudeste Asiático, Arief Wicaksono, afirmou que os incêndios florestais na Indonésia são um método 'rápido' e 'barato' de expandir a área de plantio na selva e atribuiu a culpa ao 'mau Governo', citando a falta de coordenação entre os diferentes níveis da administração e o excesso de burocracia.

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24 de julho de 2008
Análises
23 de julho de 2008

Diamante Negro II

De Carol Rolim Sérgio, parabéns pelo artigo. Me fez sentir todo o desafio e encantamento que a floresta nos provoca. Que mais e mais informação de qualidade possa ser produzida e divulgada sobre essa imensa metade do Brasil, ainda (!!!) tão misteriosa para a maior parte dos brasileiros.

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23 de julho de 2008
Análises
23 de julho de 2008

Diamante Negro

De Fabiola Borges Simplesmente a pura, crua e dura realidade, sou Amazonense e Manauara, e para completar ainda moro em São Gabriel da Cachoeira e não paro de me deparar com estas belezas sempre. Adorei o que vc escreveu, meu esposo também é do “Chibio” chefe do Parque do Pico da Neblina outro lugar da

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Pampa

O grupo de trabalho do Pampa do Ibama/RS não gostou nem um pouco da versão final do zoneamento para as lavouras de eucaliptos e pinus. O texto foi aprovado pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente, onde a maioria é governista. Em nota distribuída ontem, técnicos concluem que o documento serve apenas "para legitimar, definitivamente, os procedimentos de licenciamento da atividade de silvicultura e produção de celulose no estado sem o planejamento ambiental adequado à magnitude dos empreendimentos propostos e já em implantação". A Justiça segue quieta.

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23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Exigência ambiental

Um levantamento feito pelo Infrastructure Journal, do Reino Unido, mostrou que estão crescendo as exigências dos bancos relacionadas a questões ambientais para concessão de créditos de grandes empreendimentos. Em 2007, 71% dos projetos de infra-estrutura nos países em desenvolvimento foram submetidos a análises de risco dentro dos chamados “Princípios do Equador”, um conjunto de diretrizes socioambientais adotadas por 61 bancos no mundo todo para financiamento de projetos acima de 10 milhões de dólares. No Brasil, sete bancos são signatários desta carta. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, as análises brasileiras submetidas a estes princípios têm crescido nos últimos anos, e somente Bradesco, Unibanco, Real e Itaú concederam cerca de 17 bilhões de reais em 2007 para projetos que se enquadraram nos novos moldes.

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Reclassificação amazônica

Uma dupla de biólogos brasileiros lançou nesta terça-feira uma proposta para a reclassificação dos ecossistemas de campos abertos localizados em meio à floresta Amazônica. A idéia é que os campos alagáveis existentes no sudeste do Amazonas e no norte de Roraima sejam classificados como “zonas úmidas” – assim como pântanos, charcos e mangues - o que os enquadraria na Convenção de Ramsar, da qual o Brasil é signatário. Esse tratado, vigente desde 1975, prevê um status de tratamento diferenciado para áreas naturais que tenham o solo inundados durante grandes períodos. As “wetlands” são áreas de importância ecológica abrangente e grau de ameaça elevado, por isso a classificação diferenciada. Para os cientistas, os campos amazônicos são tão especiais por sua biodiversidade endêmica que merecem ser reconhecidos como um bioma em si, diz notícia da Folha de S. Paulo.

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Tradição sustentável

Símbolo histórico da Holanda, os moinhos de vento voltaram a entrar na moda no país. A diferença, desta vez, é que eles não são usados somente para moer grãos, sua utilidade tradicional, mas também para gerar eletricidade. Segundo o jornal The New York Times, a necessidade de encontrar fontes renováveis de energia está levando os holandeses a construírem moinhos cada vez mais modernos, que a população mais tradicional insiste em chamar de “turbina”. A diferença visual entre os dois é bem pequena: os tradicionais têm quatro lâminas e giram em sentido anti-horário; os novos possuem apenas três lâminas e giram no sentido oposto. O design parecido é justificado pelo fato de que a ligação afetiva dos holandeses com os moinhos ainda é muito forte . Por isso, ao mesmo tempo que o governo construiu uma enorme fazenda de moinhos de eletricidade longe da costa, investiu outros 80 milhões na restauração de alguns dos 1.040 moinhos antigos que ainda estão de pé, em uma tentativa de unir tradição e sustentabilidade.

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Etanol do lixo

Pegando carona nas acusações de que os biocombustíveis estão disputando espaço com alimentos, uma empresa britânica disse que tem a receita para acabar com a confusão. Em dois anos, anunciou a Ineos Bio, será possível produzir etanol a partir do lixo, e em escala industrial. Segundo a companhia, com uma tonelada de resíduos orgânicos ou biodegradáveis, cerca de 400 litros poderão ser gerados para abastecer tanques de veículos. Conforme noticiou a rede BBC, a tecnologia já foi testada num projeto nos Estados Unidos, e a empresa planeja fechar parcerias com governos para obtenção da matéria-prima.

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008
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23 de julho de 2008

Pela hora da morte

Tudo bem, ninguém gosta de falar sobre a morte. Mesmo assim, volta e meia o assunto está na boca do povo. E já que os tempos pedem sustentabilidade, por que não bater as botas deixando o mínimo de rastro possível? É o que sugere o site da Grist, numa listinha de lembretes para que a despedida seja verde como a esperança. Entre as dicas, a primeira é optar pelo forno crematório em vez de enterrar o corpo. Apesar da quentura e das emissões, especialistas garantem que as novas tecnologias dão conta disso. Já a madeira e a matéria orgânica sob o solo... Deixar de herança uma graninha para entidades ambientalistas confiáveis também é uma boa. Mas uma das principais medidas é que a cerimônia seja feita num local central, onde parentes e amigos não tenham que percorrer muitos quilômetros para chegar. E para aqueles conhecidos distantes que teriam de pegar um avião, nada que uma transmissão ao vivo não resolva.

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2008