Adeus, petróleo

De Altino MachadoParabéns pela excelente reportagem "Adeus, petróleo". Obtive respostas para minha curiosidade sobre o tema.

Por Lorenzo Aldé
15 de outubro de 2004

Prêmio Rolex

De AndréaComo é que pude não ter lido ainda?Obrigada Marcos, é sempre muito emocionante ler o que você escreve sobre o IPÊ e sobre as pessoas que fazem a instituição. É realmente imperdoável a nossa falha!Um grande abraço,

Por Redação ((o))eco
13 de outubro de 2004

Marcas de um mundo extinto

De: Angélica Beatriz Corrêa Gonçalves      Instituto Natureza do Tocantins      Parque Estadual do JalapãoSou incansável admiradora de Maria Teresa Jorge Pádua, pelo seu histórico de luta em prol da conservação da natureza brasileira. Ao ler o artigo MARCAS DE UM MUNDO EXTINTO sinto-me imensamente reconfortada em saber que finalmente alguém de renome como ela chama a atenção de conservacionistas e governantes para essa relíquia que é o Monumento Natural das Árvores Fossilizadas do Tocantins.Obrigada, Maria Teresa, e que suas palavas despertem tão logo o interesse de entidades que possam ajudar o Tocantins a proteger a nossa história.Obs 1: oportunamente informo que foi promulgada a Lei estadual nº 1.179 de 04 de outubro de 2000, criando esta unidade de conservação.Obs 2: Neste mesmo texto foi citado que o Parque Estadual do Jalapão encontra-se no município de "Mineiros", que na verdade está no município de MATEIROS.

Por Redação ((o))eco
11 de outubro de 2004

O Blefe de Barra Grande

De José Roberto AlcantaraCaro Marcos!Lendo a sua coluna onde voce expõe o caso da Fraude de Barra Grande, eu gostaria de lhe informar que o pior ainda esta por acontecer, pois por lei federal toda a madeira extraida de empreendimentos liberados legalmente, deve se dar um destino comercial. E com minha experiencia posso lhe afirmar que com o preço que as empreiteiras pegaram o serviço de desmatamento, elas não vão conseguir atender as exigencias e vão enterrar grande parte das arvores, pois analisando a logistica que se tem que montar para executar os serviços,o tempo para execução do mesmo e as condições de trabalho naquela região, eles REALMENTE, não vão conseguir executar o serviço como deve ser executado:respeitando a fauna e desmatando de forma correta, e retirando a madeira para ser aproveitada (Lei Federal), eles vão destruir e enterrar boa parte da madeira, isto contando com a hipotese que eles vão conseguir executar até o fim o serviço, o que provavelmente vai acontecer é que as empreiteiras vão fingir que estão executando corretamente o serviço e a Baesa vai fingir que está fiscalizando e quando menos se espera já estão enchendo o lago, e mais uma vez a lei será desrespeitada e todos nós sairemos perdendo. Se você tem duvida do que estou lhe dizendo, peça para ver os preços que as empreiteiras pegaram o serviço, me parece que é algo em torno de R$ 4.500,00 por hectare, sendo que o preço normal seria no mínimo R$ 10.000,00 por hectare para executar o serviço como tem de ser executado "dentro das normas legais que consta do escopo dos serviços.". OBS. Não sou concorrente das empresas que vão executar os serviços, mas conheço muito bem o tipo de serviço.Espero que tenha entendido o que eu tentei passar, e daquialguns meses veremos as notícias de mais um BLEFE da BAESA.Grato pela Atenção!

Por Redação ((o))eco
8 de outubro de 2004

Coluna de Marcos Sá Corrêa

De Maria Tereza Jorge PáduaSenhor Editor,Já é chover no molhado dizer que adoro o que Marcos Sá Corrêa escreve. Mas o seu da Economia à Ecologia, nos mostra uma Míriam Leitão incrível. Eu, como milhões de brasileiros, já a admirava muito, mas sabê-la poeta, ainda mais sobre árvores, foi uma delícia.

Por Redação ((o))eco
8 de outubro de 2004

Pesca de aniquilação

O crescimento das atividades pesqueiras é insustentável e vem sendo limitado em todo o mundo. Não no Brasil, onde o governo pretende ampliar a produção

Por Carlos Gabaglia Penna
7 de outubro de 2004

Parabéns

De: Maricéia Barbosa Silva  Caro Editor,Sou Engenheira Florestal, trabalho com recuperação de áreas degradadas em Minas Gerais. Venho acompanhando as publicações no site e os artigos da Dra. Maria Tereza vêm me despertando atenção, no entanto ao ler o artigo sobre as ações desenfreadas na busca do desenvolvimento, muitas vezes intitulado "desenvolvimento sustentável", me senti carregando a bandeira! Não sou contrária ao desenvolvimento do país, contanto que o governo atual assuma a postura de guardião da maior área de floresta tropical do planeta e inicie o desenvolvimento sim, direcionado à: criação de unidades de conservação, de uso indireto, municipais, estaduais e federais, incentivo a exploração do turismo ecologico, programas especiais para pequenos produtores, criação unidades de conservação de uso direto, desenvolvimento científico para o aumento da produtividade (maior produtividade menor área) dentre outras, pois a biodiversidade agrega valor econômico e valor social ao país.A medida que o governo iniciar uma "luta" conservacionista ajudando o Brasil a continuar com o título do país com maior diversidade biológica do planeta, aí sim, estaremos a caminho do "desenvolvimento sustentável".Obrigada a todos os colunistas do site, e espero que através do O Eco mais pessoas despertem para a realidade do país.

Por Redação ((o))eco
4 de outubro de 2004

Empalhar era conservar

De: Vinicius Nolasco de ToledoFundação Museu de Ornitologia Prezados Senhores, Em nome do Professor José Hidasi, da Fundação Museu de Ornitologia e de toda nossa equipe venho através desta parabenizá-los pela ótima reportagem "Empalhar era conservar", relizada pela Sra. Lisbeth Oliveira e publicada por toda equipe do Jornal O Eco.Congratulamos pelo ótimo trabalho que vêm desempenhando, abordando assuntos pertinentes e de suma importância para a preservação de nosso meio ambiente.Desejamos prosperidade e sucesso a todos.Cordialmente,

Por Lorenzo Aldé
1 de outubro de 2004

Pesca não, Brasil

Anacrônico, o governo aponta o alto mar como solução para a produção de alimentos, enquanto temos a maior e menos aproveitada bacia hidrográfica do planeta.

Por Carlos Secchin
1 de outubro de 2004