Sem direção

Ontem e hoje, o Ibama ficou fechado ao público e semana que vem o superintendente vai visitar os escritórios regionais de Cabo Frio e Angra dos Reis, cujos chefes foram presos na quarta-feira. Outras áreas que ficaram acéfalas por causa das prisões foram as de Pesca e Fauna. →

Por Redação ((o))eco
1 de setembro de 2006

Plantas cobaias

Quem não tem estação de medição caça com biomonitoramento. Poderia ser esse o lema do programa de monitoramento da qualidade do ar implantado por pesquisadores do Cptec-Inpe em São José dos Campos (SP). A iniciativa leva às escolas do município plantas vulneráveis a diversos poluentes. Como mostrou o Dr. Paulo Saldiva aqui mesmo em O Eco, é uma maneira eficaz e barata de verificar os danos provocados pela poluição do ar. O uso da técnica em São José dos Campos já causou estrago considerável ao comprometer a reputação de refúgio ecológico do distrito de São Francisco Xavier, no pé da Serra da Mantiqueira. →

Por Redação ((o))eco
1 de setembro de 2006

Aventura na Amazônia

Começa no dia 22 de setembro a maior corrida de aventura da região Norte do país, a Try On Adventure Meeting – Kaluanã Amazônia Extrema. A... →

Por Redação ((o))eco
1 de setembro de 2006

Rios subterrâneos

O Brasil tem belíssimas cavernas de calcário com rios e cachoeiras subterrâneas. Mas não é o único país que oferece aventuras nesses ambientes.... →

Por Redação ((o))eco
1 de setembro de 2006

Vela na represa

Quem não tem praia, veleja na represa. E a escolhida foi a Billings, no coração de São Paulo. Acontece neste três de setembro uma regata para... →

Por Redação ((o))eco
1 de setembro de 2006

Pelo retrovisor

O Brasil vai de vento em popa na contramão dos esforços para combater a mudança climática. Seguindo a orientação do presidente Bush, pretende carbonizar um pouco mais nossa matriz energética. Quer aumentar de 2% para 5% a participação do carvão, que como se sabe é a pior fonte de energia possível. Esse é um objetivo estratégico do Ministério da Ciência e Tecnologia, que liberou R$ 3,5 milhões do seu, do nosso dinheiro, para estimular pesquisas que permitam atingir essa extraordinária meta de regresso energético. Taí um governo que olha para o futuro só pelo espelho retrovisor. Anda sonhando com o dia em que chegaremos à revolução industrial. →

Por Carolina Elia
1 de setembro de 2006

Resposta

Em resposta ao cálculo do Greenpeace, que apontou um desmatamento na Amazônia de quase 14 mil quilômetros quadrados entre julho de 2005 e agosto de 2006 com base no Deter, o Inpe esclarece que não recomenda a utilização dos dados desse sistema para projeções de taxa de desmate. O Deter só é capaz de enxergar desmatamentos, com rapidez e nitidez, em áreas acima de 100 hectares. Mas não é confiável para áreas menores, sendo que de 70 hectares para baixo essa análise é praticamente nula, segundo Dalton Valeriano, coordenador do Programa de Monitoramento Ambiental da Amazônia por Satélites. Ele serve para auxiliar o Ibama no planejamento de operações de fiscalização a partir de áreas identificadas com alta concentração de desmatamentos, além de avaliar a eficiência dessas ações e orientar os fiscais em campo. →

Por Redação ((o))eco
31 de agosto de 2006

Boletins

De maio a setembro, no período seco, o Inpe produz dois levantamentos mensais de desmatamento entregues ao Ibama em até 15 dias após a data das imagens. Nos outros meses o levantamento é parcial e mensal devido à alta taxa de cobertura de nuvens na Amazônia. →

Por Redação ((o))eco
31 de agosto de 2006

Não tem perdão

Por causa de um erro de digitação, Londrina ficou de fora da Instrução Normativa do Ibama que autoriza o controle e abate da pomba-amargosa (Zenaida auriculata) em zonas rurais de 65 cidades do Paraná. A desatenção se torna ainda mais grave porque a superpopulação da espécie é problema antigo por lá, como noticiamos ontem nesta coluna. O documento deve ser republicado em breve, incluindo Londrina e outros municípios do estado. →

Por Redação ((o))eco
31 de agosto de 2006

É para comemorar?

O Parque Nacional da Serra da Canastra (MG) recebeu a notícia de que finalmente a Câmara de Compensação Ambiental do Ibama aprovou a aplicação de seis milhões de reais para regularização fundiária. Só que até agora ninguém viu a cor desse dinheiro. O chefe do parque, Joaquim Maia, espera usar pelo menos quatro milhões para adquirir propriedades até o fim de 2006. É bom, mas é pouco. O parque tem 130 mil dos seus 200 mil hectares decretados ainda em situação irregular. E, pela velocidade dos repasses para esta finalidade, a Canastra ainda deve demorar uns 30 anos para se consolidar integralmente como parque. →

Por Redação ((o))eco
31 de agosto de 2006

Juntos

Não é sempre que as ONGs ambientais e as sociais conseguem falar a mesma língua, mas a mudança climática está mudando esse estado de coisas. É que ela promete criar tantos deslocamentos econômicos e sociais que as estratégias das organizações de caridade precisam ser revistas de fio a pavio. Uma coalizão de ONGs baseadas na Inglaterra acaba de produzir um relatório sobre mudanças climáticas na América Latina (em inglês e espanhol) pavoroso para as duas comunidades. Destruição de habitats, de biodiversidade e de paisagens únicas, redução dramática na produção de alimentos e na captação de água e a proliferação de doenças transmitidas por insetos estão no cardápio. Para não falar nos furacões. Os autores querem passar uma mensagem de esperança. Com várias organizações cristãs no seu meio, é o triunfo da fé sobre os fatos. →

Por Redação ((o))eco
31 de agosto de 2006