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Resposta

Em resposta ao cálculo do Greenpeace, que apontou um desmatamento na Amazônia de quase 14 mil quilômetros quadrados entre julho de 2005 e agosto de 2006 com base no Deter, o Inpe esclarece que não recomenda a utilização dos dados desse sistema para projeções de taxa de desmate. O Deter só é capaz de enxergar desmatamentos, com rapidez e nitidez, em áreas acima de 100 hectares. Mas não é confiável para áreas menores, sendo que de 70 hectares para baixo essa análise é praticamente nula, segundo Dalton Valeriano, coordenador do Programa de Monitoramento Ambiental da Amazônia por Satélites. Ele serve para auxiliar o Ibama no planejamento de operações de fiscalização a partir de áreas identificadas com alta concentração de desmatamentos, além de avaliar a eficiência dessas ações e orientar os fiscais em campo.

Redação ((o))eco ·
31 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

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