Chame o ladrão

Área de 2 mil e 700 hectares que deveria estar demarcada como Parque Estadual do Lajeado, no Tocantins, foi invadida. Não pelo MST, mas por ricos e poderosos do estado. E não adianta chamar a polícia. Entre os invasores, está o comandante da Polícia Militar do Tocantins.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

Planos

Acaba amanhã seminário patrocinado pelo Ministério do Meio Ambiente onde se rediscute as áreas prioritárias para a conservação na Mata Atlântica.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

De novo

Está marcada para o dia 11 de maio a audiência pública para debater a instalação de um novo aterro sanitário em Paciência, bairro do Rio de Janeiro. É a penúltima etapa burocrática necessária para colocar o aterro em funcionamento. A última é uma autorização da Comissão Estadual de Meio Ambiente, órgão do governo do estado. Se a audiência acontecer, será um milagre. As outras 3 tentativas de realizá-la foram derrubadas à custa de decisões judiciais.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

Chame o ladrão

Área de 2 mil e 700 hectares que deveria estar demarcada como Parque Estadual do Lajeado, no Tocantins, foi invadida. Não pelo MST, mas por ricos e poderosos do estado. E não adianta chamar a polícia. Entre os invasores, está o comandante da Polícia Militar do Tocantins.

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11 de abril de 2006

Disputa

Mesmo que aconteça, dificilmente a Comissão dará autorização para o aterro de Paciência entrar em operação. A razão é que o aterro faz parte de uma disputa política entre o prefeito do Rio, César Maia, e o casal Garotinho, que governa o estado. Rosinha e seu marido, que tenta a candidatura à presidência pelo PMDB, espalharam outdoors na Zona Oeste do Rio recomendando que seus moradores digam “não ao lixo”.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

Azar da Baía e do Rio

Se a queda de braço continuar, sofrerão a população do Rio e, certamente, a Baía de Guanabara. O atual aterro sanitário que serve ao Rio, em Gramacho, na Baixada Fluminense, está com sua capacidade praticamente esgotada e o lixo ameaça “transbordar” para fora dele. Se isso acontecer, o lixo vai acabar na Baía e os cariocas sem um lugar adequado para dispor de seus rejeitos.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

Derrubou

A ministra Ellen Gracie, vice-presidente do STF, começou bem no cargo. Suspendeu a decisão judicial que limitava a 0,5% a cobrança de compensações ambientais. Com isso, volta a valer o que está escrito no artigo 36 do SNUC: o valor da compensação não pode ser menor do que 0,5% dos custos totais previstos para a implantação do empreendimento gerador de impacto ambiental.

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11 de abril de 2006

Perdeu

O teto tinha sido imposto às compensações ambientais graças a um mandado de segurança coletivo impetrado contra o Ibama pela Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica, ao qual o TRF da 1ª Vara Federal de Brasília deu ouvidos. Mas a procuradoria Federal ficou do lado do Ibama e levou o caso ao Supremo, alegando se tratar de uma questão de cunho constitucional e que prejudicava a economia e a ordem pública.

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11 de abril de 2006

Sustentabilidade

O número de florestas certificadas no Brasil passou de 35 para 64 em dois anos, segundo dados do FSC International Center (FSC IC). O país ainda lidera o ranking, na América Latina, das nações com maior número de empreendimentos e maior área certificada. Uma mostra dessa evolução poderá ser conferida na II Feira Brasil Certificado, entre os dias 18 a 20 deste mês, em São Paulo. Lá, consumidores irão encontrar desde móveis a cosméticos feitos com produtos de origem sustentável.

Por Redação ((o))eco
11 de abril de 2006

Limites para trás

Alcançar o topo do Monte Everest já não soa como algo inacreditável a nossos ouvidos. Mas quando o feito cabe a alguém que não possui as duas...

Por Lorenzo Aldé
10 de abril de 2006

Esporte de risco

Reduto de pescadores não é lugar para surfista. Pedro Foss, estudante de Jornalismo gaúcho e amante do esporte, lançará filme que relata o drama de...

Por Lorenzo Aldé
10 de abril de 2006

Antes tarde

O Acre criou oficialmente em 2004 um Parque Estadual de tamanho bem razoável – quase 700 mil hectares – e batizou-o de Chandles, em homenagem ao rio que dá acesso a área. Só agora, entretanto, é que seu plano de manejo começa a sair da cabeça dos responsáveis pelo assunto e ir para o papel. Tudo graças ao dinheiro do programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), um fundo multinacional criado para financiar atividades de conservação em Parques e Reservas da região. O ARPA vai financiar também a execução do plano de manejo do Chandles.

Por Redação ((o))eco
10 de abril de 2006