Dinheiro novo

O Banco Mundial estuda retomar seus empréstimos aos estados da Amazônia brasileira. Eles estavam suspensos desde fins da década de 90, quando dois programas de financiamento para infra-estrutura em Rondônia, o Planagro e o Planaforo, tiveram seus propósitos desviados sem qualquer cerimônia pelo governo local. Boa parte desse dinheiro financiou desmatamentos no estado. O Banco tem neste momento dois pedidos de dinheiro. Um, mais antigo, do Pará. O outro é do Amazonas. Para evitar os problemas do passado, encomendou-se à Ongs da região estudos para se ter uma noção de que promessas ambientais os dois governos tem capacidade para cumprir. →

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Novidade

O historiador Artur Soffiati lança em breve livro sobre a importância do manguezal na cultura e na história do Brasil. →

Por Redação ((o))eco
24 de fevereiro de 2006

Mandíbulas

Tem duas notícias sobre tubarões em notas abaixo e aqui vão mais duas. Uma está na National Geographic. Diz que nos últimos 5 anos, os ataques de tubarões contra humanos vem caindo e 2005 não foi uma exceção a essa regra. No ano passado, de acordo com estudo da Universidade da Flórida, houve 58 ataques confirmados, 7 a menos que no ano anterior. As razões para a queda tem pouco a ver com os bichos e tudo a ver com os humanos. Nas últimas duas décadas, as populações de tubarões nos oceanos caiu sensivelmente. Além disso, menos gente, por conta de manifestações naturais como chuvas torrenciais e furacões, tem caído n’água. A outra reportagem sobre o mesmo tema está no Mail & Guardian da África do Sul e conta que as Seychelles proibiram uma prática comum em suas águas territoriais: pescar tubarões para cortar apenas suas barbatanas. Além de cruel, porque o bicho é devolvido ao mar sem membros fundamentais para sua locomoção, esse tipo de pesca estava pressionando os estoques pesqueiros do país. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Navio-fantasma

O Clemenceau, antiga nau capitânia da Armada francesa e irmão gêmeo do nosso porta-aviões São Paulo, virou um navio fantasma. Desativado, ia ser enviado à Índia para ser desmontado e vendido como sucata. Ambientalistas da Europa e Ásia acusaram a França de estar exportando poluição, porque o Clemenceau tem praticamente toda a sua estrutura revestida →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Cultura, por enquanto, inútil

A National Geographic anuncia a descoberta de um novo objeto cósmico e como quase tudo que se relaciona ao espaço, é praticamente impossível entender do que se trata. São estrelas de neutros comprimidas, que muito pouca gente faz idéia do que é, que receberam um nome que não vai torná-las mais palatáveis aos leigos, Radio Rotadores Transientes. Na imagem, se parecem com uma mola dobrada sobre a qual passa um laço de fita. Nem os especialistas sabem para que elas servem. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Frangostein

No Guardian, uma reportagem informa que cientistas conseguiram fazer crescer dentes em galinhas. Isso mesmo. O que parece ser um piro científico, no fundo, é uma espécie de marco da manipulação genética. Os sábios alcançaram sua façanha fazendo um gene adormecido nos galináceos, herdados de seus antepassados e que provocavam neles o crescimento de dentes, acordar. Aparentemente, até então, esse tipo de mutação só acontecia quando se introduziam genes estranhos no organismo do animal. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Sabichões

A malandragem não tem limites. Nem nos Estados Unidos. O Departamento de Gestão de Terras, responsável por verificar a atuação de empresas privadas em terras que pertencem à União, aumentou a burocracia que seus funcionários têm que cumprir ao longo do expediente. O resultado, segundo o The Washington Post, é que praticamente ele não tem mais fiscais no campo. A burocratização do trabalho no órgão coincidiu com o aumento da exploração petrolífera nas terras públicas americanas. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

Dormindo com o inimigo

O WWF está prestes a assinar um acordo com um dos maiores vilões ambientais do mundo, a April, uma madeireira baseada em Cingapura e que é responsável por boa parte da devastação da floresta nativa da Indonésia nos últimos 20 anos. O acordo prevê que áreas sensíveis para a biodiversidade e ainda intactas ficarão a salvo das motosserras da April. Em troca, o WWF ajuda a empresa, que tem péssimo nome no mercado internacional, a reatar relações com clientes na Europa e nos Estados Unidos que deixaram de comprar sua madeira e celulose por conta de suas horrorosas práticas ambientais. As conversas entre as duas partes estão sob fogo de ambientalistas e comunidades nativas na Indonésia. Ambos acusam o WWF de lutar para legalizar o que é ilegal. Essa tendência de abraçar o inimigo vai ficando cada vez mais clara entre as Ongs de porte, como a WWF e a The Nature Conservancy. A notícia está no The Wall Street Journal. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006

A perereca-verde

No verão da gigoga, a perereca-verde (Hyla albomarginata) foi encontrada por Marcos Sá Corrêa no Rio de Janeiro, num pequeno lago artificial de... →

23 de fevereiro de 2006

Sandália da humildade

Meses depois do furacão Katrina ter arrasado Nova Orleans, a Casa Branca reconheceu a sua parcela de culpa. Foi divulgado nesta quinta-feira um relatório apontando as falhas do governo ao lidar com a tragédia. Além de admitir que o país aprendeu pelo menos 17 lições com o ocorrido, os relatores ainda dão 125 dicas para o presidente Bush evitar uma nova catástrofe. A história está no Washington Post. →

Por felipe Felipe Lobo
23 de fevereiro de 2006

História de pescador

Um tubarão da espécie mangona esteve no lugar e na hora errada quando resolveu aparecer nas imediações da Praia de Grumari, no Rio de Janeiro. Foi pescado e morto e terá sua carne vendida para restaurantes. Os pescadores alegam terem sido atacados, mas biólogos afirmam ao jornal O Dia que esse comportamento não é normal da espécie. →

Por felipe Felipe Lobo
23 de fevereiro de 2006

Pouco tubarão

Estudo realizado por pesquisadores da Aberdeen University revela que os tubarões só habitam 30% do oceano e nunca ultrapassam os 3 mil metros de profundidade. O que significa que nadam sempre ao alcance das redes de pesca, um perigo para perpetuação do predador. Segundo reportagem da BBC, a novidade desanimou os pesquisadores que esperavam encontrar novas espécies na imensidão azul. →

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2006