O novo Cerrado

Enquanto a subida das temperaturas globais tornou-se inequívoca em quase todo o meio científico, os efeitos em determinadas regiões ainda são tratados como hipóteses. É o caso da tão falada “savanização” da Amazônia, que transformaria a região em algo parecido como um novo Cerrado. Modelos climáticos elaborados na Inglaterra e na Austrália mostram isso claramente. O maior prejuízo ocorreria com as chuvas que caem na Região sul do Brasil.

Por Redação ((o))eco
21 de novembro de 2007

Mea culpa

Encabeçando a lista dos vilões do aquecimento global, o Dióxido de Carbono (CO2) é emitido pela queima de combustíveis fósseis como gasolina, carvão e óleo diesel. Mas também pelas queimadas e desflorestamento. Esses problemas crônicos nacionais colocam o Brasil entre os cinco maiores poluidores do planeta.

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21 de novembro de 2007

Acordão

A Comissão Especial de Parcelamento do Solo aprovou nesta quarta o relatório final do Projeto de Lei 3057/2000, que passou a ser chamada de Lei de Responsabilidade Territorial. A aprovação do substitutivo do relator Renato Amary foi costurada momentos antes da reunião da comissão e o acordo foi de que se os deputados acatariam todas as mudanças sugeridas para depois votarem alterações pontuais nos artigos. Teve gente que não concordou e votou contra, como o deputado Ivan Valente, do PT.

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21 de novembro de 2007

Barcaças ilegais

O Ibama no Amazonas apreendeu pelo menos 17 embarcações e 400 metros cúbicos de madeira ilegal na Operação Jangada 4, que nesta quarta-feira chegou ao município de Manacapuru. Os fiscais estimam que os infratores detidos podem passar de 30 até o final do dia de hoje. Amanhã, todo o material vai ser identificado e conduzido à Manaus, onde será encaminhado para doação.

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21 de novembro de 2007

Com a palavra, o caminhoneiro

No dia 27 de novembro será lançado em Curitiba o livro “Rios por onde passo”, organizado pela jornalista Teresa Urban. O trabalho é resultado de uma pesquisa realizada com 184 caminhoneiros que trafegaram pelo Paraná nos últimos três anos. Eles descrevem o que lhes salta aos olhos nas paisagens alteradas de todos os cantos do

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21 de novembro de 2007

Tudo tranquilo

As alterações negativas na legislação ambiental, que eram os pontos que mais preocupavam a sociedade civil no PL 3057, parecem estar devidamente negociadas. O relator aceitou sugestões da bancada ambientalista de retirar artigos que representassem a redução de áreas de preservação permanente nas cidades.

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21 de novembro de 2007

Na real

A organização aproveita o momento para lembrar que apesar de muito falado, o plano BR 163 Sustentável do Ministério do Meio Ambiente ainda não saiu do papel. Falta executar programas que melhorem a qualidade de vida das populações que vivem em sua área de influência, assim como fazer regularização fundiária e de unidades de conservação. O Formad também pede que sejam tomadas medidas para conter erosão nas estradas do estado, recuperar áreas de preservação permanente na região Araguaia-Xingu, incentivar o acesso a equipamentos de energia solar, biodigestores e proibir em Mato Grosso o cultivo de qualquer espécie de transgênicos. Se tudo isso virar realidade, Mato Grosso vai ser mesmo outro estado.

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21 de novembro de 2007

Pendências ambientais

Começou nesta quarta-feira em Cuiabá a II Conferência Estadual de Meio Ambiente. No evento, que dura até o dia 23 de novembro, o Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad) elaborou uma lista de ações emergenciais sócio-ambientais para Mato Grosso. Uma das primeiras é o repudio ao projeto de lei sobre a gestão e os limites do Pantanal, por flexibilizar as restrições ambientais na Bacia do Alto Paraguai. Entre outros pontos, as organizações representadas pelo Formad cobram o cumprimento da decisão judicial que impede as obras da hidrovia Paraguai-Paraná. Segundo o Formad, embora o empreendimento precise de estudo de impacto ambiental, as obras têm acontecido aos poucos sem as devidas pesquisas.

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21 de novembro de 2007

O Homem faz a árvore

Árvores de laboratório podem render mais para o planeta. Pelo menos é o que pensa um grupo de pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Com o objetivo único de transformar uma muda em potencial geradora de energia, eles usam técnicas controversas para modificá-la geneticamente. Para tanto, explica reportagem do New York Times, basta alterar a sua composição natural. Os cientistas acreditam que a celulose das árvores transgênicas, com metade da quantidade original de lignina, podem ser transformadas em um biocombustível parecido com etanol. Os ambientalistas, como não poderia deixar de ser, estão receosos. Um dos principais temores é o de que, como a lignina serve para promover a estrutura firme dos troncos e resistência contra pestes, sua redução possa causar sérios danos.

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21 de novembro de 2007

Mãos abanando

No próximo sábado, dia 24 de novembro, o planeta pode celebrar uma data atípica: trata-se do dia mundial sem compras para todos os países, com exceção dos Estados Unidos e Canadá, que comemoram a ocasião na sexta-feira. De acordo com notícia da revista norte-americana Grist, é uma excelente oportunidade de brindar um feriado com os amigos sem a preocupação de lhes dar presentes, já que o famoso Dia de Ação de Graças (Thanksgivin, em inglês) será comemorado em breve por lá. Diversas campanhas serão montadas por ativistas em shoppings e estabelecimentos comerciais para convencer os freqüentadores a sair de mãos vazias. Os recursos naturais da Terra, é claro, agradecem pela iniciativa. A organização é do grupo adbusters.

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21 de novembro de 2007

O início do fim

A Convenção do Clima das Nações Unidas declarou, por meio de seu secretário-executivo, o holandês Yvo de Boer, que a primeira parte de compromissos do Protocolo de Quioto será cumprido com larga margem até 2012. Mas não será por bom comportamento dos países da Europa Ocidental, já que alguns deles aumentaram suas emissões de carbono em níveis impressionantes. A Espanha, por exemplo, chegará ao final dessa década lançando 52% a mais de gases estufa para a atmosfera do que fazia em 1990, o ano base do acordo. Na verdade, os méritos devem recair para o fim do comunismo no Leste do velho continente. Explica-se: países que faziam parte do bloco tiveram de fechar suas indústrias pesadas e sujas em virtude do colapso, o que gerou expressiva queda no uso de CO2. Reportagem da Folha de São Paulo conta que, ao invés da redução prevista de 5,2%, os números devem mostrar queda de cerca de 11%.

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21 de novembro de 2007

Abra os olhos

O aumento do desmatamento e a crise no setor de alimentos são críticas freqüentes a produção de biocombustível ao redor do planeta. Mas, agora, elas ganharam um novo aliado de peso. É que a Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) declarou que também se mostra preocupada com essas possibilidades caso os recursos florestais não sejam usados de maneira sustentável. De acordo com a FAO, o interesse por fontes de energia renováveis se acentuou depois que o preço do petróleo teve substancial acréscimo e as certezas sobre os impactos das mudanças climáticas se tornaram mais evidentes. Mas isso pode contribuir para afetar diretamente os boques. A notícia é do site espanhol Ecoticias.

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21 de novembro de 2007