Adiantamento

O fim do inverno é a época ideal para se avistar o buraco da Camada de Ozônio acima da Antártica. Este ano, no entanto, o fenômeno ocorreu mais cedo, como informou a Organização Meteorológica Mundial. Segundo nota da Folha de São Paulo, é provável que a cavidade aumente de tamanho até outubro, quando será possível descobrir se está maior em relação ao do ano passado, considerado o recorde até hoje. Mesmo que as emissões de gases nocivos à camada recebam drástica diminuição, ela só deve se recuperar por volta de 2065. →

Por Redação ((o))eco
29 de agosto de 2007

Desenvolvidos

A sueca Volvo, segunda maior construtora de caminhões do mundo, desenvolveu uma linha de motores adaptada para andar com combustíveis de origem renovável. A tecnologia permite que a engrenagem se movimente usando desde diesel sintético até uma mistura de hidrogênio com biogás. O executivo chefe da empresa, Leif Johansson, disse que se trata de uma boa medida para frear as emissões de carbono, mas que as firmas de energia e os políticos precisam se esforçar para tornar os combustíveis ecologicamente eficientes mais disponíveis para os consumidores. →

Por Redação ((o))eco
29 de agosto de 2007

À venda

Uma pequena ilha paradisíaca com 2,7 mil quilômetros está à venda por nove milhões de euros no arquipélago das Canárias, na Espanha. Ambientalistas estão de olho na porção de terra que fica numa área protegida, mas está sob domínio privado. O grupo pede, a cerca de um ano, que o Ministério de Meio Ambiente do país desaproprie o terreno para torná-lo público. A medida acabaria com alguns problemas, como a impossibilidade de pesquisas na região para descobrir a situação de espécies em extinção que moram por lá, como o abutre do Egito. A notícia é do El País. →

Por Redação ((o))eco
29 de agosto de 2007

Verde até no prato

Grupos vegetarianos têm se empenhado de uns tempos para cá em ligar o consumo de carne ao aquecimento global. E eles têm argumentos... científicos. Um estudo publicado pela Onu em novembro passado mostrava que a criação de animais para o consumo humano emite mais gases do efeito estufa do que todas as formas de transporte juntas. Foi o que bastou para organizações como a PETA (“Pessoas pelo consumo ético de animais”) caíssem em cima de ongs ambientalistas e personalidades como o ex-vice-quase-presidente-guru-ambiental americano Al Gore, que concentram esforços em estimular mudanças no comportamento do público, sem falar em revoluções na dieta. Cada vez há mais propaganda alegando que desistir do bife é mais ecológico do que adotar a bicicleta. Reportagem do The New York Times, no entanto, mostra que o tiro pode sair pela culatra: ao mexer num assunto tão espinhoso, é fácil fácil atrair antipatia generalizada para a causa. “Nós vamos encorajar companhias a produzir caminhonetes mais eficientes e também os consumidores a comprá-las”, diz Carl Pope diretor executivo do Sierra Club, uma das ongs criticadas pelos veggies. “Mas não achamos proveitoso palestrar sobre as escolhas pessoais de consumo de cada um”. →

Por Redação ((o))eco
29 de agosto de 2007

Anote

Nesta quarta e quinta-feira, em Brasília, a Comissão de Gestão de Florestas Públicas, se reúne para discutir os critérios que serão levados em conta em licitações para concessões de exploração de recursos florestais. O debate será baseado em proposta elaborada pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Parece coisa complexa e é mesmo. Mas também é muito importante porque, ao contrário do que acontece em todas as licitações do governo federal, no caso de concessões em florestas públicas, o preço mais baixo não será o único critério a ser computado na hora de se definir uma proposta vencedora. A discussão, marcada para começar às 14 horas, é aberta ao distinto público desde que ele se inscreva em página do SFB na Internet. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

Critérios

E antes que algum sábio saia dizendo que, num caso desses, o Estado pode estar abrindo inadvertidamente mão de receita, não custa lembrar que além de preço, em se tratando de floresta, quanto mais pública, é tão ou mais importante avaliar o impacto ambiental de sua exploração. A relativização do preço é uma das novidades que veio com a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas. Para definir os ganhadores de concessões, o SFB também terá que considerar critérios trabalhistas e sociais. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

Mãozinha

O processo de concentração de gás carbônico na atmosfera pode estar relacionado com a substituição dos campos e pastos nativos ao redor do mundo por uma vegetação arbustiva, cheia de galhos e sem uso. A informação é de um estudo feito por cientistas norte-americanos em uma pradaria de Colorado. Num cilindro de 4,5 metros de diâmetro foi injetado a quantidade de gases estufa estimado para 2100. Em seu interior, os arbustos cresceram ainda mais. A maior preocupação é com a perda da finalidade das terras, usadas, hoje, por diversas espécies de animais como habitat e fonte de alimentação. Mas as mudanças climáticas não andam sozinhas nesta história. Segundo os cientistas, o hábito humano de apagar incêndios naturais também auxilia no processo. A notícia é do Los Angeles Times. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

Mesmo lugar

Não houve avanços significativos no primeiro dia da Conferência em Viena que reúne representantes da ONU e de cento e sessenta países para discutir novas metas de mitigação das emissões de gases estufa. De acordo com notícia das agências Reuters e Efe veiculada pelo Estado de São Paulo, os norte-americanos não aceitam reduzir seus lançamentos de carbono em 50% até 2030, como pedem os europeus. Mas não são apenas eles que ainda batem o pé contra metas pesadas de contenção. O Brasil manteve a postura de não entrar em nenhum acordo porque isso seria ferir os preceitos do Protocolo de Quioto. Foi o que declarou nosso representante em terras austríacas, o secretário-executivo da Comissão Interministerial de Mudança do Clima, José Miguez. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

São Pedro e o aquecimento

A agência Espacial dos Estados Unidos (NASA) declarou ter em mãos os primeiros sinais de que as chuvas tropicais estão aumentando consideravelmente no mundo. Apesar de não atribuir o fenômeno diretamente às mudanças climáticas, a associação parece segura. Tudo porque a pesquisa foi realizada a partir do banco de dados mais completo sobre o assunto, com informações do índice pluviométrico desde 1979 até 2005. O resultado mostrou que os anos mais chuvosos foram aqueles a partir de 2001. A informação saiu em outra nota do Estadão. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

Como derrubar uma lei

A população norte-americana é usuária compulsiva de secadoras de roupas. A prática é tão comum que muitas comunidades proibem os vizinhos de estender as peças do lado de fora, em varais. Alguns estados, porém, já começaram a “proibir a proibição”. Afinal, secar as roupas naturalmente é uma forma eficiente e fácil de economizar energia. O último estado a aderir à idéia foi Vermont. É lá que vive Michelle Baker, moradora que decidiu juntar algumas cordas brancas, amarrar em dois cedros, e colocar as vestimentas de sua família para pingar em céu aberto. A iniciativa deu tão certo que ela e seu marido criaram uma empresa, chamada “Vermont Clothesline Co.”. O meio ambiente e a conta de luz agradecem. A notícia é do jornal The Christian Science Monitor. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007

Londres 40º

Os britânicos estão próximos de atingir um recorde: passar pelo verão mais quente de sua história. Isso não é pouco se comparado aos últimos anos, quando ondas de calor também atingiram com força o país. De acordo com reportagem do The Independent, o Reino Unido registrou, nos 14 meses passados, as mais altas temperaturas já registradas nos meses de abril, junho e julho. Como se não bastasse, também viveu o outono e primavera mais quente de que se tem notícia. →

Por Redação ((o))eco
28 de agosto de 2007