O terror já era

No exercício de futurologia da espionagem americana, o terrorismo, outro ponto importante na atual campanha, em breve deixará de ser uma ameaça relevante.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Um pecuarista pouco habitual

Andreia Fanzeres, ás da reportagem de O Eco baseada em Mato Grosso, encontrou-se em, Cuiabá com um pecuarista diferente. Dono de 13 mil hectares em São José do Xingú, Luiz Castelo não tem déficit de reserva legal e investe 140 mil reais do próprio bolso em projetos de reflorestamento de mata ciliar na sua fazenda. Castelo diz que fazendeiro não pode ter medo de Ong e precisa aprender a conviver com as demandas ambientais. Ouça a entrevista que ele concedeu à nossa repórter.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Pôr do sol sobre a bacia do Amazonas

O Earth Observatory da Nasa é um site cheio de informações sobre fenômenos naturais e efeitos da ação humana no planeta, narradas a partir de imagens por satélites ou astronautas. A maioria delas é belíssima, como essa aí abaixo, de um pôr do sol sobre a bacia do rio Amazonas. A fotografia foi tirada pelos astronautas russos que estão à bordo da Estação Espacial Internacional, na órbita da Terra. Sob a luz do crepúsculo, que dá a elas cor de lava de vulcão, brilham as águas do Madeira, do Amazonas e do Uatumã.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Fim de discussão

Outra história com base em imagem da Nasa. Não é propriamente uma fotografia, mas um scan produzido feito pelo sistema de radiotransmissão em microondas, um dos sensores carregados pelo satélite Acqua. Ela põe fim a uma polêmica que grassou entre os meios científicos na semana passada sobre se o gelo que cobre o Ártico, pela primeira vez desde que a região começou a ser observada por satélites, havia se retraído ao ponto de tornar-se circumnavegável. O Acqua  confirmou que sim.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Os pontos do debate

A discussão sobre a extensão desta retração do gelo no Ártico, na verdade, girava em torno de tecnicalidades. O gelo não derreteu a ponto de transformar o Ártico numa ilha, como chegou a ser noticiado. Ele retraiu-se nas bordas apenas o suficiente para abrir passagens pelo mar em toda a sua volta. Uma vez o detalhe explicado, os cientistas se acalmaram. Mas só nesse ponto. Por alguns dias, seguiram debatendo se essa era ou não a maior retração de gelo ocorrida no Ártico. Aparentemente não é. Andrew Revkin, em seu blog DotEarth, no The New York Times, tem um post com ótima explicação sobre as desavenças científicas.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Regra

Em tempo, a Organização Mundial de Metereologia, para fins de navegação, define como águas abertas qualquer área de mar com menos de 10% de gelo cobrindo sua superfície.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

O detalhe da separação

O Earth Observatory também tem fotografias, feitas pelo satélite Acqua, que detalham esse processo de desintegração das cinco prateleiras de gelo que há muito ligam o Ártico ao Canadá. A primeira imagem, tirada em 22 de julho, mostra o gelo entrando ainda pela costa canadense. Na segunda, feita 37 dias depois, uma fina estria de mar começa a separar terra e gelo.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Mudanças climáticas a 40 graus

Nesta terça-feira de calor intenso começou em Cuiabá um seminário promovido pelo Instituto Socioambiental (ISA) e pelo Instituto Centro de Vida (ICV) para discutir as conseqüências das mudanças climáticas para a agricultura. Produtores rurais, pesquisadores, representantes indígenas, estudantes e jornalistas compareceram à abertura do evento, que termina nesta quinta-feira. Segundo Marcio Santilli, do ISA, a intenção é tentar abrir nos próximos dois anos discussões em diferentes cidades brasileiras para conhecer as maiores fragilidades ambientais e sociais decorrentes das mudanças no clima e encaminhar propostas para elaboração de políticas públicas.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008

Céu azul

Em sua breve apresentação de boas vindas, o secretário de meio ambiente de Mato Grosso, Luis Henrique Daldegan, não perdeu a oportunidade de discursar sobre o papel do governo Maggi na redução do desmatamento no estado, que ainda lidera com folga o ranking dos mais devastadores da Amazônia. Como sinal dos tempos, pediu que os visitantes olhassem para cima e vissem o céu azul, uma benção para o estado que, tradicionalmente nos meses de setembro fica encoberto pela fumaça das queimadas.

Por Salada Verde
10 de setembro de 2008