Malta: onde vale caçar
Habitado há mais de 7 mil anos, o arquipélago no Mediterrâneo tem biodiversidade ameaçada e paisagens impressionantes. Mas sua população ainda destrói o meio ambiente. Veja fotos. →
Nova Espécie no Velho Continente:
Mesmo na Europa, onde o senso comum nos faz imaginar que toda a biodiversidade já está catalogada, ainda se descobrem novas espécies. →
A conservação e os irmãos Karamazov
Em uma península rica em biodiversidade, o governo da Coréia do Sul anunciou que vai criar um Parque da Paz na Zona Desmilitarizada entre sua fronteira com a Coréia do Norte. →
A praga do Pantanal
A braquiária d´água, uma espécie de capim introduzida por produtores rurais, espalhou -se pelo bioma e ameaça a biodiversidade. →
Difícil momento para Abrolhos
O primeiro parque nacional marinho do país protege espécies de corais únicas em todo mundo. Agora, discute-se como explorar petróleo por ali. Veja fotos submarinas da biodiversidade ameaçada. →
Montanhas marinhas
Expedição com pesquisadores de 10 países está explorando neste momento a biodiversidade das desconhecidas formações vulcânicas do Oceano Índico. →
Natura seleciona projetos para compensação de carbono
Estão abertas até dia 27 de novembro as inscrições para o Edital Nacional Natura Carbono Neutro, que selecionará os projetos para compensar as emissões de gases de efeito estufa da empresa, no biênio 2009/2010. A Natura lançou, em 2007, o Programa Carbono Neutro, em que assumiu o compromisso de reduzir suas emissões de CO2 em 33%, até 2011. Através do edital, a companhia seleciona projetos para compensação do que não é passível de redução. Os projetos concorrentes, além de benefícios ambientais mensuráveis, precisam propiciar ganhos sociais para as comunidades envolvidas. Os cinco projetos que vão compensar o volume de CO2 emitido pela empresa em 2008 são: Carbono, Biodiversidade e Comunidade no Corredor Ecológico Pau Brasil (BA); Uso da Biomassa Renovável em Indústrias Cerâmicas (AL); Carbono Socioambiental do Xingu (MT); Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma (AM) e Fogões Eficientes no Recôncavo Baiano (BA). No ano passado, a Natura investiu R$3,3 bilhões em projetos relacionados às mudanças climáticas. Para mais informações sobre o edital 2009 do Programa Carbono Neutro, acesse o site http://www.natura.net/carbononeutro. →
Beleza roubada
Além de prejudicar populações e a biodiversidade da floresta, a usina de Belo Monte, cuja licença ambiental deve sair nesta segunda, destruirá uma das mais belas paisagens da Amazônia. Veja fotos do que será perdido. →
Foto do dia: pequenos gafanhotos
Dezenas de insetos se aqueciam ao sol logo após o nascimento. Belos traços da biodiversidade nacional. →
Esta semana, fórum da Amazônia
Quarta quinta (28 e 29), em Belém (PA), acontece a terceira edição do Encontro Anual do Fórum Amazônia Sustentável. Especialistas, organizações sociais, governos, empresários e ongs participarão dos debates sobre manutenção do clima, do regime hídrico e do patrimônio genético da Amazônia, que são apenas alguns dos serviços ambientais que a floresta presta à humanidade. Também constam na pauta temas como Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), o papel dos povos da floresta na conservação e uso sustentável da biodiversidade e a economia de baixo carbono. O encontro é um dos últimos ligados às mudanças climáticas que ocorrerão no Brasil antes da Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro. Mais informações aqui. →
UCs desmatadas em Rondônia
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) informou nesta quarta que 51 alertas de desmatamentos forma emitidos em 24 unidades de conservação e terras indígenas em Rondônia. Entre as áreas atingidas, oito eram estaduais, seis federais e 10 terras indígenas do estado. Trata-se de derrubadas ocorridas no segundo semestre de 2008 e meados de agosto de 2009. A Reserva Extrativista Estadual Rio Jaci-Paraná, (imagem ao lado) em Porto Velho, foi a unidade com maior número de alertas emitidos. Foram seis notas registrando desde pequenos desmatamentos, de três hectares, a maiores, de mais de 100 hectares. Ali 40 mil hectares de floresta já foram colocas abaixo (22% de sua área total). Nas reservas federais foram registradas pequenas aberturas na Flona Jacundá, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Serra da Cutia, Resex Lago do Cuniã, Resex Rio Cautário e Resex Rio Ouro Preto. Dez Terras Indígenas também receberam alertas. Para a TI Roosevelt, em Espigão D’Oeste, foram quatro notificações para desmatamentos que chegaram a 75 hectares e se somam aos mais de 7 mil hectares já desmatados anteriormente. Clique aqui para ver imagem de satélite. Segundo comunicado de imprensa do SIPAM, número de áreas especiais atingidas (24) é significativo, considerando que Rondônia tem um total de 75 áreas protegidas, entre terras indígenas e unidades de conservação. Janete Rodrigues, chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto do Sipam, destaca que a maioria dos alertas se refere a pequenos desmatamentos. “Fomos bem minuciosos, destacando tudo o que era visualizado, até pequenas áreas menores que um hectare”, explica. Os alertas foram enviados à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministérios Públicos Federal e Estadual, Polícia Federal e Batalhão da Polícia Ambiental. →
Precisamos de um IPCC da biodiversidade
Ambientalista Fábio Feldmann afirma que o mundo necessita de painel intergovernamental nos moldes do IPCC para lidar com a crise da biodiversidade →
Os limites do planeta
A Nature traz em sua edição lançada hoje um artigo assinado por diversos cientistas de renome defendendo uma metodologia para avaliar os limites do planeta. A proposta, que tem entre os signatários o físico James Hansen, o economista Robert Constanza e a oceanógrafa Katherine Richarson, escolhe diversos indicadores de saúde do planeta que devem ser observados para que a humanidade possa sobreviver. Três deles já foram ultrapassados segundo os cientistas: a taxa de perda da biodiversidade, o total de nitrogênio retirado da atmosfera, e a concentração de gases de efeito estufa. Neste último ponto o grupo adotou uma posição que deve balançar o mundo científico: diz que a quantidade de carbono na atmosfera não deve ultrapassar 350 ppm. O problema é que já estamos 387 ppm e as negociações climáticas trabalham para estabilizar a concentração em 450 ppm. Quem está certo? Para ler o artigo completo , clique aqui "A safe operating space for humanity" →
Entrevista Angel Pérez
Pesquisador defende que a única forma de preservar a biodiversidade oceânica é com a criação de áreas protegidas com alto grau de restrição de uso →
Na imensidão da Namíbia
A Namíbia é um país de horizontes grandes, de um céu imenso, um país de paisagens sinônimas à vastidão. Veja ensaio fotográfico de Margi Moss com retratos da exuberante biodiversidade das florestas e desertos. →
