Reportagens

Entrevista Angel Pérez

Pesquisador defende que a única forma de preservar a biodiversidade oceânica é com a criação de áreas protegidas com alto grau de restrição de uso

Cristiane Prizibisczki ·
23 de setembro de 2009 · 12 anos atrás
Ilha de Alcatrazes, no litoral de São Paulo. Foto: Wikipédia.

Angel Pérez, pesquisador do EmpaFish, projeto que, sustentado pela comunidade européia, promoveu a revitalização de áreas marinhas degradadas no continente, defende que a única forma de preservar a biodiversidade oceânica é com a criação de áreas protegidas com alto grau de restrição de uso. Nesta entrevista, ele mostra os resultados do trabalho europeu, dá dicas para o Brasil e defende: o ideal é que os países tenham entre 10% e 20% de suas áreas marinhas protegidas, meta que o Brasil ainda está muito longe de alcançar. Por aqui, apenas 1,4% dos cerca de 4,5 milhões de km² de oceanos sob jurisdição brasileira estão protegidos por unidades de conservação. (Em espanhol).

Angel Pérez – Entrevista

Leia cobertura completa do CBUC 2009 em http://www.oeco.com.br/cbuc-2009 ou no Twitter

  • Cristiane Prizibisczki

    Cristiane Prizibisczki é Alumni do Wolfson College – Universidade de Cambridge (Reino Unido), onde participou do Press Fellow...

Leia também

Notícias
8 de dezembro de 2021

Prefeitos definirão a faixa de proteção das matas ciliares nas cidades

Câmara rejeita mudanças vindas do Senado e conclui votação do Projeto de Lei que flexibiliza faixas de áreas de proteção permanente nas áreas urbanas

Reportagens
8 de dezembro de 2021

Governo tenta incluir garimpeiros e pecuaristas na lista de comunidades tradicionais

Proposta foi feita por secretaria ligada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, pasta comandada por Damares Alves

Reportagens
8 de dezembro de 2021

Ribeirinhos convertem-se ao ouro e desafiam contaminação por mercúrio no rio Madeira

Estimulados pelo alto lucro e desamparados de políticas que fortaleçam um modo de vida tradicional, ribeirinhos são empurrados para o garimpo; juntos, constroem pequenas balsas de até R$ 50 mil para extrair "fagulhas de ouro" do fundo do rio

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta